Nem sempre estrelas e ídolos dos clubes viram peças importantes nas seleções. No Brasil, por exemplo, alguns jogadores muito identificados com os torcedores não souberam aproveitar ou não tiveram oportunidades e acabaram decepcionando.  

Com a proximidade da Copa do Mundo da Rússia, a Goal relembra alguns nomes recentes que não conseguiram brilhar com a ‘amarelinha’ e não conseguiram completar esse ciclo. Confira!

Cotado para ser o novo camisa 10 da Seleção Brasileira, Ganso decepcionou não só o país, como também todo o futebol europeu. Ausência mais lamentada na Copa da África em 2010, ele era considerado por grande parte da mídia e torcedores o jogador com mais recursos que Neymar. Sua convocação era quase um desejo nacional. No entanto, nada convenceu o então técnico Dunga.

Mesmo assim, era considerado certo no Mundial de 2014. Outro erro. Apesar do começo promissor com Mano Menezes, que substituiu Dunga após o fracasso na África do Sul, uma sequência de lesões e a sua queda de rendimento o afastaram ainda mais.

Enquanto Ganso não fez o sucesso que esperava tanto no Brasil quanto fora do país, o caso de Adriano é diferente. Pelo menos, chegou a jogar uma Copa do Mundo. 

Ele poderia ter sido um dos maiores centroavantes da história da Seleção? Sim, poderia. Mas não foi. Com problemas extracampo, que atrapalharam o seu desempenho tanto nos clubes quanto na Seleção, o jogador se afastou dos gramados antes do tempo e deixou o gostinho de quero mais. Uma pena.

Com três participações em Copas, Kaká foi campeão em 2002, com Felipão. Ainda jovem, ele esteve em campo por apenas 25 minutos, mas deixou a impressão que seria a esperança da Seleção para os próximos anos. 

No entanto, mais uma decepção. O talentoso meia deixou muito a desejar em 2006, muito por conta do se físico, assim como em 2010. Com dores, precisou aguentar a responsabilidade de ser o principal nome da equipe. Ao todo, o meia marcou 29 gols, e se despediu da Canarinho com os torcedores querendo ver mais do seu talento.

O atacante Alexandre Pato coleciona algumas boas passagens, mas não é convocado à equipe já há cinco anos. Atualmente no futebol chinês, o jogador ainda sonha em retornar à Seleção, apesar de nunca ter sido o jogador que se esperava em nível de clube.

Conhecido como “Animal” e ídolo das torcidas de Palmeiras e Vasco, Edmundo até hoje levanta discussões se era para ter sido eleito o melhor jogador do mundo em 1997. 

Sem ter participado da Copa de 94, nos Estados Unidos – apesar do ótimo momento atravessado no Palmeiras -, o atacante foi para a França, em 98, mas ficou na reserva de Ronaldo e Romário.

Na final contra a anfitriã, o jogador até foi relacionado como titular depois de Ronaldo passar mal, mas o resto da história todos sabem: o camisa 9 foi para o campo de última hora e o ‘Animal’ nunca conseguiu se firmar na seleção.

Ídolo do São Paulo, Ceni sofreu uma concorrência de peso na Seleção Brasileira e nunca conseguiu se firmar. Com Taffarel, Dida e Marcos à sua frente, o goleiro passou sem brilho. Apesar da convocação para o Mundial de 2002, Ceni ficou na reserva de Marcos, do Palmeiras, enquanto em 2006 ele entrou no lugar de Dida, no duelo contra o Japão. Em 14 jogos com a ‘amarelinha’, sofreu 17 gols.