Nesta terça-feira, 29/5, a atriz americana Roseanne Barr foi demitida e teve seu seriado, Roseanne, cancelado pela emissora ABC. O motivo foi um tweet racista de Roseanne direcionado a Valerie Jarrett, mulher de ascendência afro-americana que trabalhou como conselheira do ex-presidente Barack Obama.

O twwet, apagado horas depois, dizia: “a irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um filho = vj”. Após deletar o post, Roseanne publicou outro se desculpando, mas não adiantou: a série foi cancelada pela ABC mesmo após ter finalizado sua temporada com boas audiências.

O astro de Two And A Half Men perdeu o emprego no bem-sucedido seriado após várias rusgas públicas com o criador do programa, Chuck Lorre. Em 2011, Sheen deu uma série de entrevistas polêmicas em que chamava Lorre de “Chaim Levine” (o produtor se chama Charles Levine, e Charles em hebreu seria Chaim), o que foi interpretado por alguns como uma ofensa antissemita.

Sheen também chegou a dizer, numa entrevista: “Ele é um homenzinho idiota e um psicopata que eu nunca quero ser igual. E isso sou eu sendo gentil”. Pois bem, a gentileza fez a emissora CBS cancelar o resto da temporada e substituir Sheen no ano seguinte por Ashton Kutcher.

A atriz costumava ser a queridinha do diretor Michael Bay – até chamá-lo de Hitler em uma entrevista para a revista Wonderland durante a promoção de Transformers: Revenge of The Fallen. “Ele quer ser como Hitler em seus sets, e ele é. Então ele é um pesadelo para se trabalhar, mas quando você o leva para longe do set, e ele não está na função de diretor, eu até que gosto de sua personalidade”, disse a atriz. Steven Spielberg, produtor dos filmes da franquia, pediu a demissão dela e Megan ficou de fora dos próximos Transformers.

O ator americano tinha um talk-show em 2013 no canal pago MSNBC chamado Up Late With Alec Baldwin. Ele foi suspenso e o programa eventualmente cancelado após ofender um repórter do New York Post com comentários homofóbicos. Baldwin se desculpou depois do ocorrido e disse que “Um comportamento assim sabota direitos pelos quais as pessoas lutaram muito e os quais eu vigorosamente suporto”. Não foi o suficiente para salvar seu emprego.

Essa não foi dita nas redes sociais, mas a polêmica se propagou por lá. Em 2011, Rafinha Bastos era um dos apresentadores do programa CQC, na Bandeirantes. Ao comentar a gravidez da cantora Wanessa Camargo, ele fez uma piada infeliz: “comeria ela e o bebê”. A tirada repercutiu mal entre a família poderosa da cantora e o incômodo chegou até a alta cúpula da Band, que afastou Rafinha por duas semanas. Ele acabou pedindo demissão do programa.

A atriz tinha uma figurante da série Glee, mas estragou tudo ao tweetar spoilers do programa contando quem seriam os personagens eleitos rei e rainha do baile. Um dos produtores, Brad Falchuk, tweetou em resposta: “espero que você esteja qualificada para trabalhar em outra coisa que não seja entretenimento”.

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