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A música consegue explicar sentimentos que não cabem somente em palavras. Muitas peças ultrapassam as barreiras do entretenimento e tempo, permanecendo na memória das pessoas não só quanto ao som propriamente dito, mas também nos fazendo recordar de situações e fases de nossa vida. Confira com a gente alguns fatos e curiosidades sobre a arte mais contemplada no mundo:

Os arrepios que você sente ao escutar aquele som que faz a sua cabeça são, em termos científicos, causados pela liberação de uma substância chamada dopamina e quando age pelo cérebro, faz com que você antecipe o ápice de uma música quando toca.

Você sabe o que é “coceira cognitiva”? É quando aquela música não sai da sua cabeça todo o dia e parece simplesmente não parar de martelar na sua cabeça. Geralmente, acontece com músicas que odiamos, mas enfim. Boatos sugerem que se mastigue chiclete para ajudar uma pessoa a parar de cantar estas músicas mentalmente.

Sejam músicas tristes ou animadas, elas podem afetar significantemente a forma como percebemos o mundo ao nosso redor. O cérebro humano funciona comparando informações que vêm por meio do que extraímos de nossas experiências e a percepção de realidade é como uma somatória de tais estímulos. Portanto, músicas felizes, que nos deixam animados, nos fazem com que vejamos o mundo ao nosso redor diferente, positivamente. O mesmo ocorre com músicas sobre tristeza.

Para quem gosta de música agressiva, uma boa e uma má notícia. A boa é que música pesada pode ajudar a relaxar após uma semana de trabalho duro, correria e stress, o que funciona como uma meditação: Gritar, participar de um mosh (nome que dão às rodas que se formam em shows de Punk e Heavy Metal) ajudam (e muito) a descarregarmos sentimentos ruins.

Por outro lado, estudos realizados pelo professor e fisioterapeuta Vitor Valenti, da Unesp de Marília-SP, comprovaram que o Heavy Metal pode acelerar os batimentos cardíacos, o que, em casos extremos, pode levar à hipertensão e outras doenças cardíacas. O fisioterapeuta, que também é fã do estilo (hehe), foi motivado à pesquisa após tomar conhecimento do guitarrista Mike Scaccia da banda de Industrial Ministry, após sofrer uma convulsão em um show, no ano de 2012. A pesquisa consistia em colocar voluntários em sessões de 5 minutos, em uma tocando “Heavy Metal Universe“, do grupo Gamma Ray, e na outra, “Canône em Ré Maior“, de Johann Pachelbel. Os resultados apontaram que os batimentos cardíacos aumentavam consideravelmente ao ouvir Metal, comparado à segunda sessão.

Músicas com refrões repetitivos costumam ser melhor assimilados pela audiência. É uma fórmula muito empregada na música Pop. Este efeito foi alcançado por Michel Teló, com seu som “Ai se eu te pego”. São músicas bem assimiláveis devido à simplicidade das letras, o que também facilita na venda de músicas assim. Outro exemplo é a música “Blitzkrieg Bop” da banda punk Ramones, que ficou mais famosa pelo seu refrão “Hey, ho, let’s go!” que pelo próprio nome mesmo.

As pesquisadoras Rebecca Alexandra Lamont e Webb, da Universidade de Keele, Reino Unido, chegaram à conclusão de que nós temos nossa música favorita tomando em conta eventos nos quais passamos por um envolvimento emocional intenso. Seus resultados revelaram que esta escolha tem a ver com motivações pessoais do ouvinte e também com suas histórias quando relacionadas às suas músicas do coração.

Em um estudo feito com 144 crianças, os pesquisadores da Universidade de Toronto (Canadá) afirmam que criança participantes de grupos de aulas de instrumentos musicais apresentaram melhoras nos números de QI, além de melhor desempenho escolar. Outras pesquisas mostram que o cérebro de músicos é desenvolvido de tal forma que os deixam mais alertas, dispostos a aprender e calmos.

Em bares e baladas, quanto maior o volume do som, maior as vendas bebidas alcoólicas. Em floriculturas, música romântica pode ajudar a aumentar as vendas. Pelo menos, é o que dizem os estudos de cientistas envolvidos na Universidade Bretagne-Sud, França. Também, se a música for boa, que mal tem? 🙂

Relatado pela rede de TV BBC, no ano de 2001, constatou que as vacas produziam mais leite ao ouvirem música relaxante. O estudo aconteceu juntando 1.000 vacas que ouviram músicas rápidas e agitadas, lentas e também ficaram sem música, em silêncio, durante 12 horas por dia, em um período de um mês e uma semana. Ao ouvirem “Everybody Hurts”, do REM, as vaquinhas produziram 3% a mais de leite por dia que quando escutaram músicas rápidas, no caso, “Space Cowboy”, do Jamiroquai.