Mas parece que a coisa toda aconteceu por acidente. Conforme acreditam alguns pesquisadores, tudo ocorreu quando um dos nossos ancestrais armazenou um pouco de leite em um recipiente forrado com o estômago de um animal — e as enzimas presentes nesse tecido agiram no líquido, transformando-o em queijo.

Ninguém sabe dizer qual cultura, exatamente, começou a produzir a delícia, mas existem evidências históricas que indicam que foram os viajantes vindos da Ásia que introduziram o conhecimento de como fazer queijo na Europa, isso antes da época de o Império Romano dominar o continente.

Sabia que, hoje, existem mais de 2 mil variedades de queijo pelo mundo? Aliás, só na França, são entre 350 e 450 tipos diferentes! Não é a toa que os franceses estão entre os maiores “devoradores” de queijo do mundo, com um consumo de mais de 25 quilos anuais por habitante.

Apesar de muitos de nós terem crescido vendo ratinhos roubar e se deliciar com pedaços de queijo nos desenhos animados, a verdade é que os ratos não são muito amantes de queijo, não. Se puderem escolher, esses animais preferem atacar doces e alimentos ricos em carboidratos.

Algumas variedades de queijo — como o suíço, a muçarela e o cheddar — podem ajudar a prevenir o surgimento de cáries. Isso porque o consumo promove um aumento na salivação que, por sua vez, ajuda na eliminação de açúcares e ácidos da boca.