– A gente vê a fidelidade de Deus até mesmo pelo fato de a gente ter perdido nossa primeira filha. Os que vieram depois a gente logo dedicou ao Senhor, parece que nos tornou mais entregues a Ele. Ter nossos filhos foi um divisor de águas na nossa família. Hoje vejo a continuidade do trabalho de Deus na minha descendência – declarou.

O artista, que completou 40 anos de carreira em 2018, falou sobre sua perspectiva do cenário da música gospel atual. Adhemar de Campos defendeu que há “um notório crescimento nas igrejas”, mas que também é preciso perceber que há coisas boas e ruins.

– Há um notório crescimento, não só de cantores e equipes de dança, mas também de grupos que fazem trabalho de rua, street dance, ou que trabalham com circo. Isso não existia há 15, 20 anos. Há muita coisa boa, sem dúvida, mas também ha coisas que são duvidosas, deixam a desejar por causa do padrão e do modelo que a Bíblia nos oferece. É necessário ter uma vida pautada na verdade – defendeu.

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