O Athletico Paranaense recuou na negociação para renovar o contrato do ponta Rony, 24 anos, e voltou a concordar com a transferência do jogador para o Palmeiras. Em janeiro, na primeira tentativa de acordo, o clube paulista ofereceu 6 milhões de euros (R$ 28 milhões) para comprar o jogador, parcelados em quatro vezes, além de R$ 2 milhões em luvas para o atleta.

Após a oferta do Palmeiras, o Athletico tentou evitar a saída de Rony e ofereceu uma renovação contratual, com aproximadamente R$ 400 mil em salários (R$ 180 mil em CLT), proposta equivalente à apresentada pelo Palmeiras. O vínculo seria ampliado até 2023 e a multa rescisória ficaria em 60 milhões de euros. O atual contrato é válido até julho de 2021 e contém uma cláusula que provocou discórdia enrte o jogador e o clube. O Athletico entende que, em caso de venda do atleta para outra equipe, deve um valor fixo ao jogador. Já os representantes do atleta afirmam que ele tem direito a 50% de uma eventual venda.

No entanto, a proposta de renovação nunca chegou a ser assinada. “Rony foi reintegrado ao time principal e jogou a Supercopa do Brasil. Ele aceitou a proposta feita pelo Athletico após nova divergência: seus representantes queriam uma comissão pela negociação. O estafe de Rony voltou atrás, mas então surgiu novo impasse: o clube não chamou mais o jogador para assinar a proposta. Petraglia recebeu alta de um internamento hospitalar em São Paulo e não concordou com a decisão tomada em sua ausência. Reabriu negociações com o Palmeiras e se dispôs a ouvir outros clubes – o Atlético-MG também demonstrou interesse. O clube paulista retomou contato por meio do diretor Anderson Barros, em conversas iniciadas no último dia 10. A princípio, não havia pressa em ambas as partes”, explicou o site UOL Esporte.

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