Fernanda Paes Leme defende Bruna Marquezine e mais famosas por críticas ao corpo. A atriz bateu um papo empoderado sobre o poder de fala das celebridades e a importância do feminismo. Ao Purepeople, ela lamenta os julgamentos feitos na web com relação ao shape das artistas. “É real isso? É sério que estão falando do corpo da Bruna Marquezine, da Thais Carla, da Alexandra Gurgel (Alexandrismos) também? Deixa a gente em paz! Todos os corpos! Deixa a gente ser do jeito que a gente quiser, em qualquer dia do ano. Qualquer um faz o que quer”, defende. Confira a entrevista completa!

Fernanda Paes Leme é uma voz muito forte na luta contra o machismo, já que não deixa de expressar as suas opiniões na web. Ao Purepeople, ela garante ser muito importante se posicionar sobre esteriótipos. “Eu sou muito brava. Então, pra mim, machismo não teve muita vez. Bato boca mesmo. Claro que já sofri e vou continuar sofrendo, mas cada vez menos. Quando a gente se impõe, ficamos mais felizes com nós mesmos”, dispara.

O empoderamento feminino é uma pauta diária na vida de Fernanda Paes Leme. Aproveitando o seu espaço na mídia, ela possui muito cuidado com o que diz para ajudar outras mulheres a se conscientizarem. “Nós somos mulheres instruídas, que temos uma voz, sabemos mais o que sim e não, mas tem muita gente que temo que abrir os olhos e lutar por essas, principalmente”, afirma e, na sequência, continua: “Nem todas as mulheres se impõem, afinal, não posso esperar algo de outra pessoa só porque sou assim. Por isso a importância de discutira na vida e nas redes sociais. Pode parecer chato, mas é preciso. Vamos falar até o assunto cansar, enquanto não mudar”.

A apresentadora prevê um ano de muitos desafios em prol do empoderamento, para garantir uma maior liberdade entre as mulheres. “Espero que a gente não precise mais falar as mesmas coisas que são sempre ditas. Espero que as mulheres cuidem umas das outras e olhem para as outras. A gente está aqui lutando, correndo atrás de coisas tão óbvias e querendo derrubar questões, como machismo e a violência contra a mulher. Tudo que parece tão óbvio que até pensamos ‘não é possível!’. Parece uma grande mentira ver a grande quantidade de feminicídio que ainda acontece”, destaca.

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