Governo sul-coreano estuda criação de lei contra cyberbullying após morte de cantora de K-pop

A Assembleia Nacional da Coreia do Sul está considerando a criação de uma lei para combater comentários maliciosos na internet após o suicídio da estrela de K-pop Sulli, de 25 anos, na última segunda-feira.

De acordo com os portais de notícias sul-coreanos, a chamada “Lei Sulli” reforçaria a fiscalização de comentários maliciosos feitos por anônimos nas redes sociais. Ainda segundo os jornais locais, detalhes da medida serão avaliados por um comitê em dezembro. A reunião deverá ser acompanhada por representantes da Associação Nacional de Artes e Cultura e, ainda, celebridades sul-coreanas que sofreram ataques virtuais.

Choi Jin ri, mais conhecida por seu nome artístico Sulli, era constantemente criticada nas redes sociais por posicionamentos considerados inadequados para um idol. Em uma de suas últimas lives no Instagram, Sulli, que também sofria de depressão, perguntou aos seguidores por que recebia tantas mensagens negativas.

“Eu não sou uma má pessoa. Por que estão falando mal de mim?” Me diga uma coisa que eu fiz para merecer esse tratamento”, declarou ela, segundo tradução do portal @kk_oficialBR no Twitter.

“Eu não sou uma má pessoa. Porque estão falando mal de mim? – Ela continua em outro trecho da live – Me diga uma coisa que eu fiz para merecer esse tratamento.” Sulli sofria muito hate, infelizmente, mais uma vítima do julgamento e falta de empatia das pessoas.😔😔 pic.twitter.com/geZezYg7Zt

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