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Ainda assim, e de acordo com um artigo de investigação divulgado pela BBC News, é deveras um facto que muito já foi desvendado sobre o tema desde os primeiros estudos realizados há apenas alguns séculos. Numa altura durante a qual abordar e falar de sexo era algo amoral e inconveniente.

Na reportagem A longa e sinuosa história da ciência do esperma… E por que esta está finalmente a ir na direção correta, publicada na revista online do Instituto Smithsonian, a jornalista científica Laura Poppick pesquisou as primeiras teorias sobre o sémen, datadas dos séculos XVII e XVIII.

“Recaiu sobre esses primeiros investigadores a tarefa de responder as perguntas mais básicas, como por exemplo: ‘os espermatozoides são animais vivos?’ ‘São parasitas?’ ‘Cada espermatozoide contém um pequeno humano adulto pré-formado, enrolado em seu interior?’”, relata a autora.

De acordo com um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos, publicado em 8 de agosto, o uso de cuecas mais folgadas é uma forma simples dos homens melhorem a sua contagem de espermatozoides e os hormónios que os controlam.

Os homens que comeram cerca de duas porções de amêndoas, avelãs e nozes diariamente, por um período de 14 semanas, melhoraram a sua contagem de espermatozoides e registaram mais ‘nadadores’ viáveis para a fecundação, segundo os investigadores.

A quantidade de espermatozoides produzida pelos homens varia bastante: “Em geral, diz-se que os homens podem produzir entre dois mililitros e cinco mililitros de sémen cada vez que ejaculam”, explicaram à BBC, o biólogo Mike Leahy e a professora Hilary MacQueen, do departamento de Vida, Saúde e Ciências Químicas da Universidade Aberta de Inglaterra.