O filme “La kryptonite nella borsa”, de Ivan Cotroneo, abrirá o festival. A trama gira em torno de Peppino, que vai morar com seus tios depois que sua mãe fica depressiva. Quando seu primo é morto por um ônibus, ele terá de lidar com a realidade de uma maneira diferente.   

Na quarta-feira (6), o Cine Brasília exibe “L’industriale”, de Giuliano Montaldo, que conta a história de um empresário imerso em dívidas e com poucos dias para tentar impedir a falência de sua fábrica e de seu casamento com uma arquiteta.   

Por sua vez, na sexta (8), a produção de Ivano di Matteo “Gli equilibristi” será a atração, ilustrando um homem de 40 anos que vê sua vidar mudar quando sua esposa descobre uma traição. O encerramento da mostra, no sábado (9), terá a exibição da comédia “Scialla!”. O filme de Francesco Bruni mostra um professor que vive tranquilamente até descobrir que um de seus alunos é seu filho.   

Rio de Janeiro – No Rio de Janeiro, a programação é por conta do Instituto Italiano de Cultura, em parceria com a Oberon Media e o Cine Joia. Eles promoverão o “Cinema Belvedere”, que terá sessões de filmes contemporâneos ao ar livre a partir de 7 de junho, às 18h30, com direito a degustação de pizzas e especialidades da cozinha italiana preparadas pela Caffetteria del Cassino.   

Conhecido por “escrever com a luz”, Storaro venceu três prêmios do Oscar e é embaixador da iniciativa “Fare Cinema” no Brasil. O filme de abertura será “Il Tè nel Deserto”, dirigido por Bernardo Bertolucci, obra que rendeu a Storaro o prêmio de “Melhor Fotografia” no Bafta de 1991. A entrada é franca.   

Além da produção de Bertolucci, serão projetados os longas “Viva la Libertà”, de Roberto Andò (14 de junho); “In Guerra per amore”, de Pierfrancesco Diliberto (21 de junho); “É stato il Figlio”, de Daniele Ciprì (28 de junho); e “Smetto quando voglio”, de Sydney Sibilia (5 de julho).   

Por trás dos exorbitantes preços dos combustíveis há um conluio entre as três maiores distribuidoras, donas de 70% do mercado, que impede o alívio no bolso do consumidor. Agora, a Agência Nacional do Petróleo tem a oportunidade histórica de acabar com a farra

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