Conforme as regras do concurso, os vídeos inscritos precisam ter duração de um a três minutos. Eles podem ser feitos em qualquer tipo de câmera e tem que ter o tema voltado para questões ambientais, sociais e culturais. O tema deste ano é “Questões Ambientais e Direitos Humanos”.

O concurso faz parte da programação da terceira edição da Mostra de Cinema Saberes Amazônicos e tem por objetivo estimular a produção e exibição de filmes inéditos de qualquer gênero audiovisual, seja documentário, ficção, animação ou experimental.

Este ano serão lançados sete filmes produzidos por autores locais, durante os dois dias de evento. São eles: Cavalgada dos Justos (Alex Pizano, ficção, 2018, 24min), Polifonia ao Extremo (Éder Rodrigues, documentário, 2017, 55min), Boa Vista: O projeto que deu certo (Darcy Derenusson, documentário, 2017, 8min), Ordem e progresso (J. Pavani, experimental, 2017, 8min), Lavradeiro (Luiz Duarte e Luciano Alvarenga, documentário, 2018, 13min), Espelho Espelho Mau (Éder Rodrigues, experimental, 2017, 3min), Cruviana Camará (Yareidy Rivas, documentário, 2018, 9min) e Colorindo Vidas num Domingo (Luiz Duarte e José Victor, documentário, 2018, 18min).

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