É inegável que 2019 foi o ano da Marvel. Com três filmes de sucesso, o estúdio fez história quebrando todos os recordes possíveis com Vingadores: Ultimato.

Porém, com o fim da Saga do Infinito, a tendência é que a Marvel tenha produções mais contidas e menos grandiosas nos próximos anos, justamente para se preparar para o seu próximo grande evento. É aí que a DC pode encontrar espaço para brilhar.

Depois do fracasso do DCEU, filmes bons e mais autorais começaram a surgir. O sucesso de Coringa e Shazam! deram um sinal verde para a DC, que parece ter aprendido uma forma interessante de explorar os seus personagens daqui para frente.

Na TV, a Marvel terá o fim de Agents of SHIELD, juntamente com a chegada das séries do Disney+, Falcão e o Soldado Invernal e WandaVision, que darão continuidade às tramas de Vingadores: Ultimato de uma forma bem contida.

Ou seja, o ano de 2020 é um ano de reconstrução e de preparação de terreno para um grande evento futuro – que provavelmente virá na Fase 5. A Marvel continuará apresentando coisas interessantes, mas sem a grandiosidade que vimos em 2019.

Além do fim de Crise nas Infinitas Terras, grande crossover do Arrowverso na TV, a DC continuará explorando seu universo televisivo com séries como The Flash, Supergirl e Batwoman.

Além do climático evento televisivo, a DC tem dois filmes bem criativos – e diferentes entre si – no ano: Aves de Rapina (que será para maiores de 18 anos) e Mulher-Maravilha 1984.

Mulher-Maravilha 1984 promete ser um filme mais leve, com a temática e estética dos anos 80. Já Aves de Rapina, por sua vez, explorou a emancipação de Arlequina de forma nunca antes vista por uma anti-heroína no cinema, trazendo uma dose de violência que ganhou aval após o sucesso de Coringa.

Já tivemos esse ano também Crise nas Infinitas Terras, evento televisivo que é uma espécie de “Vingadores: Ultimato da DC”. Com toda essa variedade de produções, a DC pode mostrar que tem forças para acompanhar a Marvel daqui para frente.

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