Tradicional festival de documentário e que está completando 25 anos de atividade, o É Tudo Verdade, atendendo às recomendações sanitárias para prevenção e contenção da pandemia do coronavírus, decidiu fazer o evento de duas formas. Mantendo a data de abertura, mas em formato onlie. E, em uma segunda fase, ainda sem data defitinida, com a participação do público. O festival está marcado para ocorrer entre fim de março ou começo de abril e a programação ainda está sendo elaborada.

Devido ao agravamento da pandemia do coronavírus (covid-19) e a partir das recomendações sanitárias e medidas de restrição às reuniões públicas já decretadas pelas autoridades, incluindo o fechamento do circuito de salas de cinemas, o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários decidiu, em sintonia com seus patrocinadores e parceiros, realizar sua 25ª edição em duas etapas: uma, digital, no período originalmente agendado (fim de março/início de abril), e outra, presencial, em datas ainda a serem especificadas de setembro próximo.

A equipe do festival já desenvolve este novo formato em parceria com seus patrocinadores e parceiros e em consulta com os convidados e os produtores dos documentários selecionados. Nos próximos dias maiores detalhes serão anunciados por nossas redes sociais e pelo site www.etudoverdade.com.br.

Agradecemos o apoio das autoridades e de nossos parceiros, assim como de nosso público, convidados e equipe. Nosso empenho é o de honrar o grau de excelência da programação anunciada ao mesmo tempo em que propiciamos amplo e seguro acesso aos filmes e debates a nosso público e aos profissionais de cinema e de imprensa.

A prinícipio, o É Tudo Verdade preparou uma vasta programação, marcando sua 25ª edição, reunindo 83 títulos, em sessões gratuitas de seis espaços em São Paulo e três no Rio. O festival estava agendado para ser realizado entre os dias 26 e 5 de abril na cidade de São Paulo, e de 31 a 5 na versão carioca, mais compacta.

Segundo o diretor do festival, Amir Labaki, está certo que ficará disponível on-line o film eO Segundo Encontro, de Veronique Ballot, sobre o pai dela, o fotográfo Henri Ballot, que tem uma imagem honrando-nos a arte deste ano. E outro é Carmen Miranda – Bananas Is My Business, de Helena Solberg, que participou de nossa primeira edição em 1996.

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