‘CINEMA
BELVEDERE’. O Istituto Italiano di Cultura do Rio de
Janeiro, em colaboração com a Oberon Media e o Cine Jóia, apresenta mostra
que exibe filmes italianos ao ar livre. Qui, às 18h30m: “Il Tè nel
deserto”, de Bernardo Bertolucci (Itália/Alemanha, 1990); 16
anos.

CINEMAISON. A sala do Consulado da França exibe filmes falados em
francês. Nesta segunda, com a presença do ator Jérémie Renier (também
no Festival Varilux de Cinema Francês). Seg,
às 13h: “Le
Grand
Homme”,
de Sarah
Leonor (França, 2014). Às 15h: “Ni le ciel ni la terre”, de Clément
Cogitore
(França/Bélgica, 2015). Às 18h: “La Fille inconnue”, de Luc
Dardenne
(Bélgica/França, 2016). Às 20h15m: “Cloclo”, de Florent Siri
(França/Bélgica, 2012). Ter, às 19h: “Hostile”, de Mathieu
Turi (França, 2017). Todos os filmes são livres.

‘ESTAÇÃO
QUEER’. A
sessão especial apresenta o documentário “Luana Muniz, filha da lua”, de
Leonardo Menezes e Juan Córdova (Portugal, 2017), com depoimentos
de Alcione, Luis Lobiano e Padre Fábio
de Melo. A sessão terá a presença dos diretores. Qua, às às 21h10m. Não
recomendado para menores de 16 anos.

FESTIVAL
VARILUX DE CINEMA FRANCÊS 2018. A
cinematografia contemporânea francesa será apresentada em mais uma edição da
mostra que, este ano, exibe 21 longas em 14 cinemas cariocas, além de outras 62
cidades brasileiras, de 7 a 20 de junho, além de atrações paralelas, como
debates com atores e diretores franceses, seleção de curtas e mostra de
realidade virtual (oito filmes). Destaque para a exibição do documentário “A
busca do chef
Ducasse”,
dirigido pelo renomado repórter e documentarista Gilles de Maistre, e do
clássico “Z”, de Costa-Gavras, o primeiro filme a ser indicado na
categoria melhor filme estrangeiro no Oscar, em 1970. Os preços variam de
acordo com dia, sessão e sala.

‘NOUVELLE VAGUE SOVIÉTICA’. Uma seleção de 20 produções que revela o cinema soviético nos anos de abertura
após o regime Stalinista será exibida na mostra que, de 22 de maio a 3 de junho,
apresenta 20 filmes produzidos na extinta União Soviética e na Rússia, que têm
como pano de fundo a abertura do regime comunista do período pós-Stalin. A curadoria é de Pedro Henrique
Ferreira e Thiago Brito. Sex, no cinema 1, às 16h: “Tio
Vânia”, de Andrei Konchalovsky (1971). Às 18h: “Vá e veja”, de Elem
Klimov (1984). No cinema 2, às 15h: “A ascenção”, de Larisa Shepitk (1977); 14 anos. Às 18h15m: “Stalker”, de Andrei Tarkovski (1979); 14 anos. Sáb, no cinema 1, às 16h30m: “Chuva de
Julho”, de Marlen
Khutsiev
(1967); 12 anos. Às 19h: debate: “Cinema soviético moderno”, com Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr. No cinema 2, às 15h45m: “Difícil ser um
Deus”, de Aleksey
German (2013); 16 anos. Dom, no
cinema 1, às 17h: “Tenho vinte anos”, de Marlen Khutsiev (1962-65); 14 anos. Cinema 2, às 16h:
“Soy cuba”, de Mikhail Kalatozov (1964). Às 18h: “Bem vindo ou entrada
proibida”, de Elem Klimov
(1964); 12 anos.

‘ÓPERA
NA TELA’. O festival reúne produções da temporada
europeia. Instituto Moreira Salles:
qua,
às 19h30m: “O navio fantasma”, de Richard Wagner, com direção de Alex Ollé,
regência de Pablo Heras-Casado e Orquestra e coro do
Teatro Real de Madri. Duração: 2h19m, em três atos. Não recomendado para
menores de 12 anos.

‘PANORAMA
DO CINEMA SUÍÇO CONTEMPORÂNEO’. Entre os dias 30 de maio e 18 de junho, a 7ª edição da mostra, uma parceria
entre o Centro Cultural Banco do Brasil, o Sesc SP e o Consulado da Suíça em São Paulo,
exibe 14 longas e oito curtas. Sex, às 17h: “Esse Canto Nunca Terá
Fim”, de Caroline Parietti e
Cyprien
Ponson (França/Suíça, 2017); 10 anos. Às 19h:
“Hafis & Mara”, de Mano Khalil (Suíça, 2018); 12 anos. Sáb, às 15h: curtas; livre. Às
17h: “Golias”, de Dominik
Locher (Suíça, 2017); 14 anos.
Dom, às 15h: “Amarrados”, de Frédéric Favre (Suíça, 2017); 10 anos. Às 17h: “Bem-Vindo à Suíça”, de Sabine Gisiger (Suíça, 2017); 12 anos. Seg, às 17h: “Animais”, de Greg Zglinski
(Suíça/Áustria/Polônia, 2017); 14 anos. Às 19h: “Televisões”, de Fabian Kaiser e
Luca Ribler
(Suíça, 2018); 14 anos. Qua, às 17h: “A fúria de ver”,
de Manuel von Stürler
(Suíça, 2017); 16 anos. Às 19h: “Esse canto nunca terá fim”, de Caroline Parietti e Cyprien Ponson (França/Suíça, 2017); 10 anos.
Qui, às 17h: “Depois da guerra”, de Annarita Zambrano (França/Itália/Suíça, 2017); 14 anos. Às
19h: “Não tenho idade (para te amar)”, de Olmo Cerri, (Suíça/Itália, 2017); livre.

PRÉ-ESTREIA
ESPECIAL. O filme “Comboio de sal e açúcar”, de
Licínio Azevedo (Portugal/França/Brasil/África do Sul/Moçambique, 2016), será
exibido no Estação Net Rio 5, em sessão com a presença do diretor. Qua,
às 21h30m. Não recomendado para menores de 14 anos.

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