‘ENCONTRO
DE CINEMA NEGRO ZÓZIMO BULBUL — BRASIL, ÁFRICA E CARIBE’.
O festival reúne 76 filmes nacionais e 19 curtas e longas
internacionais, até 9 de setembro. Sex,
no Odeon, às 15h, “Kizomba, 30 anos de um grito negro na Sapucaí”,
de Nathalia Sarro (Brasil); às 19h, “Felicitè”, de Alain Gomis
(Senegal); às 21h, “O caso do homem errado”, de Camila de Moraes
(Brasil).
Sáb,
no Odeon, às 15h, “Wallay”, de Bernin Goldblat (Burkina Faso);
às 17h, “An opera of the words”, de Manthia Diawara
(Mali/EUA/Portugal); às 19h, “Teza”, de Haile Gerima (Etiópia,
Alemanha e França); às 21h, “Candeia”, de Luiz Antonia Pilar
(Brasil). Dom,
no Odeon, às 15h, “Maestrina da favela”, de Falani Afrika
(Brasil). Seg,
no Odeon, às 15h, “Bush Mama”, de Haile Gerima (EUA); às 19h,
“Fronteiras”, de Apolline Traoré (Burkina Faso). Ter,
no Odeon, às 13h, “Surf no Alemão”, de Cleber Alves e Eduardo
BR (Brasil); às 17h, “Footprints of Pan Africanism”, de
Shirikiana Aina (EUA); às 21h, “Bando”, de Lázaro Ramos e
Thiago Gomes” (Brasil). No MAR, às 15h30m, “O caso do homem
errado”, de Camila de Moraes (Brasil). No CCJF, às 18h30m, “An
opera of the words”, de Manthia Diawara (Mali/EUA/Portugal). Qua,
no Odeon, às 13h, “Funk Brasil” (Brasil); às 15h, “Bandeira
de retalho”, de Sergio Ricardo (Brasil); às 21h, “Palmas para
mim”, de Luciana Farah (Uganda/Qatar/Reino Unido). No MAR, às
15h30m, “Footprints of Pan Africanism”, de Shirikiana Aina (EUA).
Qui,
às 14h30m, no CCJF, “Bush Mama”, de Haile Gerima (EUA), e às
16h30m, “Teza”, de Haile Gerima (Etiópia, Alemanha e França).

GRANDE
PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO.
O festival reúne 15 títulos que concorrem ao voto popular em três
categorias: longa brasileiro de ficção, documentário brasileiro e
longa estrangeiro. Sáb,
às 14h20m, “Divinas divas”, de Lenadra Leal (Brasil, 2016); 14
anos. Às 16h30m, “Gabriel e a Montanha”,de Fellipe Barbosa
(Brasil/França, 2017); 14 anos. Às 19h, “Como nossos pais”, de
Laís Bodanzky (Brasil, 2017); 14 anos. Às 21h, “Bingo — O Rei
das Manhãs”, de Daniel Rezende (Brasil, 2017); 16 anos. Dom,
às
14h20m,
“Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica,
2016); 12 anos. Às 16h30m, “La La Land — Cantando estações”,
de Damien Chazelle (EUA, 2016); livre. Às 19h, “Dunkirk”, de
Christopher Nolan (EUA, 2017); 14 anos. Às 21h, “Uma mulher
fantástica”, de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/Espanha, 2017);
14 anos. Seg,
às 14h20m, Pitanga, de Beto Brant (Brasil, 2016); 12 anos. Às
16h30m, “No intenso agora”, de João Moreira Salles (Brasil,
2017); 12 anos. Às 19h, “Era o Hotel Cambridge” Eliane Caffé
(Brasil, 2016); 12 anos. Às 21h, “A Glória e a Graça”, de
Flávio R. Tambellini (Brasil, 2017); 14 anos.

‘MONSTROS
NO CINEMA’.
A mostra apresenta, até 10 de setembro, 39 filmes que têm criaturas
consideradas monstruosas como protagonistas. Sex,
às 14h30m, “A forma da água”, de Guillermo del Toro (EUA,
2017); 16 anos. Às 17h, “Um lobisomem americano em Londres”, de
John Landis (EUA/Reino Unido, 1983); 18 anos. Às 19h, “O Vingador
tóxico”, de Lloyd Kaufman e Michael Herz (EUA, 1984); 18 anos.
Sáb,
às
15h30m, “Monstros S.A.”, de Pete Docter (EUA, 2001); livre. Às
17h30m, “Frankenstein”, de James Whale (EUA, 1931); 12 anos. Às
19h15m, “O jovem Frankenstein”, de Mel Brooks (EUA, 1974); 10
anos. Dom,
às
14h,
“Onde vivem os monstros”, de Spike Jonze (EUA, 2009); 10 anos. Às
16h, “A noiva de Frankenstein”, de James Whale (EUA, 1935);
livre. Às 18h, “Deuses e monstros”, de Bill Condon (EUA/Reino
Unido, 1998); 14 anos. Seg,
às 18h, “Monstros”, de Tod Browning (EUA, 1932); 16 anos. Qua,
às 19h, “Cloverfield — Monstro”, de Matt Reeves (EUA, 2008);
14 anos. Qui,
no
cinema 2, às 19h, “Drácula — O vampiro da noite”, de Terence
Fisher (Reino Unido, 1958); 16 anos.

‘SCI-FI
BRASIL — ELES ESTÃO ENTRE NÓS’.
O festival faz um panorama da cinematografia nacional de ficção
científica. Ter,
às 16h, “O homem que comprou o mundo”, de Eduardo Coutinho
(2011). Às 18h30m, “O monstro legume do espaço” (1995), de
Petter Baiestorf; 16 anos. Qua,
às 16h, “Quem é Beta?”, de Nelson Pereira dos Santos (1973); 12
anos. Às 18h30m, “Uma história de amor e fúria”, de Luiz
Bolognesi (2013); 14 anos. Qui,
às 16h, “Cassiopeia”, de Clóvis Viera (1986); livre. Às
18h30m, “Branco sai, preto fica”, de Adirley Queirós (2014); 12
anos.

‘SÉCULO
XXI: MULHERES, AÇÃO!’: A
mostra exibe, até 9 de setembro, filmes com temática feminista.
Seg,
no Cinemaison, na Maison de France, às 20h, “Thokozani Football
Club: Team Spirit”, de Thembela Dick (África do Sul, 2014) e
“Baronesa”, de Juliana Antunes (Brasil, 2017). Ter,
na Cinemateca do MAM, às 14h, “Chega de fiu-fiu”, de Amanda
Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão (Brasil, 2018). Às 16h, “Sois
belle et tais-toi !”, de Delphine Seyrig (França, 1976). Às 18h,
“Precisamos falar do assédio”, de Paula Sacchetta (Brasil,
2016). Qua,
no MAM, às 14h,
“Que
horas ela volta?”, de Anna Muylaert (Brasil, 2015). Às 16h30m,
“Accouche
!”, de Ioana Wieder (França, 1977). Às 18h; “Clandestinas”,
de Fádhia Salomão (Brasil, 2014). Qui,
às 14h, “Mate-me, por favor”, de Anita Rocha da Silveira
(Brasil, 2015). Às 16h, “Le FHAR — Le Front Homosexuel D’Action
Révolutionnaire” (França, 1971) e “Qui a peur des amazones?”
(Suíça, 2003), ambos de Carole Roussopoulos. Às 18h,
“Arremate”,
de Éthel Oliveira (Brasil, 2017) e “Amor maldito”, de Adelia
Sampaio (Brasil, 1984).

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