Heroína da saga “Vingadores”, Scarlett Johansson falou sobre sua música, a revolução do Time’s Up e a queda do produtor Harvey Weinstein, em entrevista à AFP para promover seu novo álbum, “Apart”. “Realmente não há onde se esconder.” 

Aos 33 anos, Scarlett já passou mais de duas décadas na indústria do cinema. Comenta-se que exige receber o mesmo que os colegas homens. Foi modelo, defende a ONG de planejamento familiar Planned Parenthood e foi uma das oradoras da famosa Marcha das Mulheres de janeiro de 2017.

Também é mãe, e, quando não está fazendo nada disso, canta sobre os efeitos de uma relação fracassada em sua mais recente colaboração com o cantor e compositor Pete Yorn, quase dez anos após a primeira parceria, para o álbum “Break Up”, inspirado nos duetos de Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot.

Nascida e criada em Nova York, Scarlett é uma dessas estrelas que parece ser boa em tudo. Uma menina atriz que teve interpretações aclamadas e cuja glória chegou com o papel de protagonista em “Encontros e Desencontros” (2003), de Sofia Coppola.

O novo EP contém cinco músicas de estilo mais folk e indie rock, que falam sobre os efeitos de uma relação amorosa fracassada. Foi gravado no centro de Los Angeles, e Scarlett colocou a voz durante uma única tarde, abrindo espaço em sua agenda apertada.

A atriz foi aclamada por seus papéis em filmes de Allen, entre 2005 e 2009, como “Match Point”. Embora isto a tenha tornado alvo de acusações de hipocrisia, este mês ela saiu em público em defesa da ex-mulher de Harvey Weinstein, Georgina Chapman, uma desenhista famosa que, para muitos, ficaria arruinada devido aos supostos crimes sexuais de seu marido.

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