A Simba Content, sociedade firmada entre o SBT, juntamente com a Record e a Rede TV!, renovou a sua parceria com a Paris Filmes e Paris Entretenimento para coprodução e codistribuição de longas-metragens nacionais inéditos para o cinema.

Em 2019, a joint venture firmou a parceria para a produção de 12 filmes nacionais que tiveram  relevância no ano passado, sendo que 4 destes figuraram entre as 6 maiores bilheterias do ano, como: Nada a Perder 2, Turma da Mônica: Laços, De Pernas Para o Ar 3 e Os Parças 2.

Para 2020, a proposta é que o acordo repita a mesma leva de sucessos ainda maiores para o cinema, através do reforço do posicionamento inicial da Simba Content como grande fomentadora do audiovisual nacional.

O diretor de contratos e Distribuição da Simba, Carlos Alkimim, falou sobre como o atual cenário do cinema influenciou para o bom desempenho da parceria. “É notável o crescimento do interesse nas produções nacionais, por isso é necessário continuar com os investimentos para que possamos garantir que o mercado audiovisual brasileiro continue se desenvolvendo”, afirmou.

“Sempre tivemos como uma de nossas maiores metas a produção e distribuição de um conteúdo que possa realmente representar o povo brasileiro e acredito que cada vez mais estamos no caminho certo para cumprir nossos objetivos”, completou.

“A Simba está investindo nas produções da Paris sem usar leis de incentivo, apenas com recursos privados, num momento em que o mercado audiovisual está buscando novas formas de financiamento que não dependam apenas de verba pública. Essa parceria comprova que o cinema brasileiro pode ser um bom negócio”, diz Marcio Fraccaroli, CEO da Paris Filmes.

Já no universo da TV Paga, a Simba entrou na disputa contra o grupo de mídia espanhol Mediapro e o banco brasileiro BTG Pactual pela compra dos dois canais Fox Sports no Brasil.

De acordo com o Notícias da TV, a joint venture das três emissoras apresentou uma oferta para arrematar as empresas esportivas da TV Fechada que será analisada junto com as demais pelo Conselho Administrativo de Direito Econômico (Cade). Os valores estão sendo mantidos em sigilo pelo órgão.

O Cade tem o prazo até fim deste mês para decidir a rede será, de fato, vendida para um dos três  interessados ou se a Disney vai passar a incorporar os canais à ESPN Brasil.

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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