O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o secretário de Cultura do governo federal, Roberto Alvim, anunciaram durante transmissão pelo Facebook na noite desta quinta-feira (16/01/2020) que a União vai lançar um edital para promover e patrocinar filmes “alinhados com a ideia de conservadorismo em artes”, nas palavras de Alvim.

“O edital sai em fevereiro, início de março, no máximo, e terá várias categorias: curta-metragem, animação, diretores iniciantes… E vai ter também categorias de filmes sobre a independência do Brasil e sobre grandes figuras históricas brasileiras”, explicou o secretário de Cultura, para a alegria de Bolsonaro.

“Muito bom”, disse o presidente. “Tem que fazer cultura para a maioria [da população]. Nós nunca censuramos nada, mas eu me revoltei e mandei suspender algum edital porque se o cara quer fazer um filme que não condiz com a cultura brasileira pode fazer, mas não com dinheiro público”, discursou o presidente na transmissão semanal que faz pela rede social (imagem em destaque).

Alvim, então, disse que “todo patrocínio pressupõe uma curadoria. Existe uma escolha, um recorte curatorial que seleciona os filmes que são adequados segundo aquela comissão julgadora. Não é censura, é curadoria”, avaliou.

Sem dar detalhes sobre custos ou formato do edital, o secretário de Cultura disse que está “tentando criar um cinema sadio, ligado aos nossos valores, aos nossos princípios e alinhado a essa ideia de conservadorismo em artes, que é uma arte que dignifique o ser humano”.

Na mesma transmissão, Bolsonaro e Alvim anunciaram outro edital na área cultural, para criar o Prêmio Nacional das Artes, que vai patrocinar obras de arte de ópera a quadrinhos.

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