Os comprimidos para queimar a gordura e ajudar a perder peso podem causar problemas cardíacos e gravidez indesejada. Quem deu o alerta foi o médico diretor do Serviço Nacional de Saúde de Inglaterra que é contra os comprimidos dietéticos.

Stephen Powis, professor e diretor do Serviço Nacional de Saúde, pediu às pessoas que evitem soluções rápidas para ajudar a emagrecer, alertando que algumas são ‘boas demais para ser verdade’.

O médico acha importante que as pessoas tenham como resolução de final de ano emagrecer e ficarem mais saudáveis mas explica também, segundo avança o jornal britânico The Independent, que muitos ‘modismos’ nas ruas são prejudiciais e ineficazes, estando a referir-se aos comprimidos para perder peso.

O Serviço Nacional de Saúde de Inglaterra (NHS) aconselha que se evitem os comprimidos dietéticos, os inibidores de apetite e chás de desintoxicação.

Estes produtos prometem ajudar as pessoas a perder peso de forma rápida, reduzindo o apetite e a fadiga mas isso pode ter efeitos colaterais prejudiciais, como problemas cardíacos, diarreia e causar gravidez indesejada, uma vez que vai interferir com o método contracetivo oral, explicou o NHS.

“É sempre bom tentar ficar em forma e as resoluções do novo ano são um ótimo momento para fazer uma mudança mas a realidade é que há uma pequena chance de sucesso com comprimidos dietéticos e chás de desintoxicação – e as pessoas podem acabar mais mal do que bem”, explicou o professor Stephen Powis.

No início de 2019, o órgão fiscalizador dos padrões alimentares da Escócia emitiu um alerta sobre o uso de comprimidos para emagrecer após a morte de 26 pessoas estar relacionada com o uso de DNP, um suplemento alimentar para queimar gordura.

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Maioria dos doentes desvaloriza episódios e não os comunica ao seu médico.

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