Uns mais discretos, outros mais fanáticos. O fato é que, assim como a maioria dos brasileiros, os presidentes da República têm suas preferências quando o assunto é a paixão nacional. Confira agora os times do coração e algumas curiosidades na relação entre os presidentes e o futebol.

Os dois últimos presidentes do Brasil sempre foram muito discretos em relação ao futebol. Temer jamais revelou publicamente o seu clube do coração, embora há quem diga que o atual chefe do Executivo seja torcedor do São Paulo. Dilma, tida como torcedora do Internacional, declarou em 2013 seu amor ao Atlético/MG revelando, inclusive, ter frequentado o Mineirão ainda criança.

A paixão de Lula pelo Corinthians nunca foi segredo para ninguém. O ex-presidente foi homenageado pelo clube em algumas oportunidades, chegando até mesmo a ser enredo da escola de samba Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Timão, em 2012. Fernando Henrique Cardoso, embora mais reservado, é declarado torcedor do Corinthians e do Fluminense.

Uma característica em comum entre os primeiros presidentes da Nova República é a paixão pelos clubes locais: Tancredo Neves, que não chegou a assumir o cargo, torcia para o América/MG, José Sarney pelo Sampaio Corrêa, do Maranhão, Fernando Collor pelo CSA de Alagoas e Itamar Franco pelo Sport da cidade de Juiz de Fora.

Nem todos os presidentes militares tornaram públicos seus times do coração. O que se sabe é que Médici, que explorou politicamente a conquista do Tri em 1970, era torcedor do Grêmio e do Flamengo, Ernesto Geisel torcia pelo Botafogo e João Figueiredo por Fluminense e Grêmio.

Gaúchos de São Borja e seguidores da mesma linha política, Getúlio Vargas e João Goulart tinham em comum ainda as paixões esportivas: ambos eram torcedores de Grêmio e Vasco. Curiosamente, Jango chegou a jogar nas categorias de base do Internacional, arquirrival do Grêmio, em Porto Alegre.

Eurico Gaspar Dutra, eleito após a deposição de Vargas, era torcedor do Flamengo. Café Filho, do Alecrim/RN e Jânio Quadros era corintiano. Em relação a Juscelino Kubitschek, as fontes divergem: há registros de que ele torcia para os três grandes clubes de Belo Horizonte, além do Vasco. 

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