25 anos de Toy Story: fique por dentro de 8 curiosidades da franquia

Ontem, dia 22 de novembro, foi comemorado os 25 anos do lançamento do primeiro filme da saga Toy Story; e nós sabemos que a animação já conquistou o coração de muitas gerações ao redor do mundo, por isso, separamos 8 curiosidades da franquia que todo fã precisa ficar sabendo. Olha só:

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2. Você sabia que Toy Story foi a primeira animação a concorrer na categoria de “Melhor roteiro” do Oscar? Mas, infelizmente, o filme acabou não levando o prêmio.

4. Agora, uma curiosidade sobre o cowboy mais querido do mundo: apesar de Tom Hanks ter emprestado sua voz para dar vida ao personagem, as falas de ação – aquelas quando puxamos a cordinha do boneco – foram gravadas pelo irmão de Tom, Jim Hanks.

5. Não é segredo que a Barbie só apareceu em Toy Story 2, né? O que muita gente não sabe é que a personagem deveria ter sido uma das protagonistas do primeiro longa, segundo os scripts iniciais.

6. Se você for um grande observador, provavelmente, já percebeu que o número 95 está presente em várias cenas dos filmes da franquia; isso acontece porque o primeiro filme foi lançado no ano de 1995.

7. Sabia que a ideia de colocar o nosso querido Rex na história surgiu da popularidade de Jurassic Park? Na época, o filme tinha acabado de estrear no cinema e logo apontou  a afetividade do público pelas criaturas pré-históricas.

8. Alguém disse tecnologia? Para o quarto filme da saga (lançado em 2019), todas as falas do personagem Homem Batata foram produzidas a partir de sons de arquivo, já que o seu dublador, o ator Don Rickles, faleceu em 2017.

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No último domingo (22), alguns usuários do Twitter perceberam que ao pesquisar pelo elenco de “Pantera Negra 2” o nome de Rihanna é mencionado em meio às informações da plataforma. Entretanto, essa informação ou a confirmação de que de fato será filmado uma continuação da franquia não foram divulgadas para a imprensa.

Diante deste cenário, internautas têm questionado se houve um vazamento de informações que em breve serão confirmadas, ou se tudo não passa de um bug da plataforma de busca.

Anteriormente, o novo filme do Pantera Negra estava previsto para 6 de maio de 2022, porém, com o recente falecimento de Chadwick Boseman, os planos sofreram alterações. A Marvel ainda não anunciou outra data de lançamento.

Taylor Swift ama numerologia e o número 13, por isso, aproveitou essa terça-feira, dia 24 de novembro, para anunciar seu projeto com o streaming da Disney. Nesta próxíma quarta-feira (25), vai ao ar no Disney+ um documentário da artista sobre todo o processo de composição e gravação do novo álbum, “Folklore”.

Em seu anúncio, Taylor frisou que a notícia estava sendo anunciada em um bom dia, já que 24 (dia do mês) – 11 (número que representa novembro) equivale ao seu número da sorte, 13. Vem ver o trailer:

Well it’s 11/24 and 24-11=13 so I’ve got an announcement 🤓 You haven’t seen this film before ✨ folklore: the long pond studio sessions will be out tonight at midnight PST on @DisneyPlus! #folkloreOnDisneyPlus pic.twitter.com/BTWSRM0yaI

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No vídeo teaser do projeto, o público percebe que não se trata de um documentário sobre a vida de Taylor como a produção Netflix “Miss Americana”, mas um trabalho audiovisual que acompanha a artista em seu processo de gravação das canções que produziu durante a quarentena, resultando em um conjunto de faixas folk conectadas.

Sem mais detalhes, o projeto “Folklore” chega ao Disney Plus – que já está disponível em toda a América Latina – no dia seguinte ao anúncio, nessa quarta-feira, 25 de novembro.

Lembrando que Taylor Swift está concorrendo ao PRÊMIO TODATEEN, nas categorias de Melhor Cantora Internacional, Melhor Álbum Internacional e Melhor Fandom. Vai lá votar!

“A arte do ator é uma pesquisa infindável, interminável e inconclusiva. […] As pessoas que mais admiro são pessoas que passaram a vida em cima de uma pesquisa que não se concluiu. Mas a pesquisa é o que deixa o legado, e não o resultado.”, afirma Eduardo Borelli, uma das mais novas apostas da Globo, que vem se destacando em Desalma, nova série da Globoplay.

Trabalhando ao lado de grandes nomes como Cássia Kiss, Cláudia Abreu e Maria Ribeiro, Eduardo, que é natural de São Paulo, começou sua trajetória com 9 anos e, desde 2017, vem conquistando espaço em séries como Rua Augusta (TNT) e A Vida Secreta dos Casais (HBO).

Em entrevista exclusiva à todateen, o artista contou um pouco mais sobre sua relação sensível com a arte, falou sobre como está sendo sua experiência em compor um elenco de renome e, ainda, revelou seus próximos passos.

Eu não sei dizer ao certo como o interesse surgiu, talvez minha mãe pudesse responder melhor do que eu essa pergunta, rs! Mas sempre fui uma criança mais apegada a filmes, teatro e música do que esportes, por exemplo. Minha mãe conta que já sabia “O Mágico de Oz” e “A Noviça Rebelde” de cabo a rabo de tanto que eu pedia para assistir. Para além disso, desde muito pequeno eu ouvi minha vó cantando e tocando piano. Tanto que, antes de resolver entrar nas aulas de teatro, eu comecei estudar arte através da música, tocando piano. Mas sempre insistia ser levado para assistir peças teatrais, então de certa forma a minha ligação com o teatro existe desde muito cedo e sempre foi muito forte.

Desde que comecei as minhas aulas de teatro, aos 9 anos, eu dizia que queria ser ator. Claro que dentro dessa ideia de ser ator já tive diferentes ideias de que ramos e caminhos da carreira eu gostaria de seguir, e acredito que ainda continuarei tendo. Tento sempre enxergar a carreira com pluralidade. Acho que é uma profissão muito árdua, artesanal e complexa e que exige expansão de possibilidades e pensamentos.

Esse é o tipo de pergunta em que a resposta vai ser muito diferente dependendo de que momento eu estou na minha vida. E claro, que as referências são inúmeras e tudo depende em relação ao que estamos falando. Eu não sei porque sempre tive uma admiração maior por figuras femininas: atrizes, personagens, pensadoras, diretoras. Eu tive aula e participei de processo com grandes diretoras e dramaturgas que tenho como referência de pensamento artístico. Pensando em atrizes, vou de Andrea Beltrão, Grace Passo, Isabel Teixeira (que inclusive eu já era um grande admirador antes de estar no mesmo elenco que ela) até Cate Blanchett, por exemplo. Também tenho como referências algumas companhias de teatro, como o Theatre du Soleil, na França, ou o Grupo Galpão e a Cia dos Atores no Brasil, por exemplo. Ou seja, talvez seja realmente muito difícil pra mim responder a essa pergunta.

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Eu poderia responder Viola Davis, mas talvez eu ficasse tão tenso que não resultasse em uma boa experiência, rs! Tem muitos atores e atrizes que eu gostaria muito de contracenar e trabalhar junto. Mas se for para escolher apenas um agora, atualmente eu tenho ficado cada vez mais admirado pelo trabalho da Luciana Paes. Acho que ela propõe uma visão sobre a cena e o teatro que condiz muito com o que eu acredito e gosto. Acho ela uma atriz brilhante, sou um grande fã.

Eu fiquei sabendo por indicação. A produtora de elenco da série Márcia Andrade pediu o material de outros atores para o meu agente e ele me indicou pra ela. No primeiro teste que fiz não tinha ainda muito ideia do que se tratava a série. Depois fui selecionado para uma oficina que aconteceu em São Paulo (também aconteceram outras duas no Rio e em Porto Alegre com outras atrizes e atores). Nessa oficina, ministrado pela nossa preparadora de elenco Ana Kfouri, já fui colocado para fazer o Roman. Uma coincidência legal foi que desde o começo eu fiz cena com a atriz Ana Mello (Halyna). Quando nos encontramos no aeroporto indo para o Rio foi uma surpresa maravilhosa!

Eu fiquei um pouco paralisado por alguns minutos, porque naquele mesmo dia eu tinha me convencido que não ia rolar. Eu demorei umas 3 semanas para receber a ligação depois do teste, então já estava certo que eu não tinha conseguido. Alguns minutos antes de receber a ligação da série, eu estava conversando com uma amiga sobre o quanto eu queria ter passado. Foi uma coincidência digna de roteiro! Rs!

A minha experiência foi muito interessante e surpreendente. Por mais que exista um grande ideal do que significa estar na Globo, eu presenciei um encontro com artistas muito poderoso e que pra mim foi muito mais forte do que pode significar estar trabalhando lá. Foi legal entender que, independente do tamanho e da visibilidade que isso traz, o processo artístico foi o mais importante, com artistas extremamente profissionais, e uma produção muito carinhosa e talentosa. Acredito que Desalma tenha sido encontro muito forte e importante na vida de todxs nós.

Para além de estar em cena com um elenco jovem muito talentoso e parceiro, foi muito bom entender e explorar a complexidade desse personagem. Sempre tento enxergar os personagens como seres humanos em mudança e controversos assim como nós. Então, quando li o roteiro da série pela primeira vez, tentei não fazer nenhum julgamento moral ou assertivo sobre o Roman. Tentei entender qual era a linha de construção dessa personagem a partir das cenas em que ele percorria. A construção, junto com a direção, foi entender quais são as camadas mais profundas e controvérsias que o personagem habita. E até o fim das gravações tentei não delimita-lo à características muito específicas, mas sim vivenciar aquelas situações como inéditas (afinal de contas eram situações inéditas para o Roman). Foi interessante explorar a humanidade e o paradoxo de um personagem, mesmo com escolhas tão cruéis.

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A parte mais difícil acredito que seja também a minha parte favorita. Foi difícil aproximar o personagem de mim para poder vivencia-lo sem estabelecer definições muito estereotipadas ou pré definidas. Se colocar em situação é sempre muito complexo, ainda mais com as ações que o personagem tem ao longo da história. Então foi difícil se apropriar de toda complexidade e profundidade, sem deixar o personagem muito taxativo ou superficial.

Eu acho que são muitas diferenças. Inclusive existe muita diferença dentro do próprio teatro, ou do próprio cinema. Cinema e televisão também são bem diferentes, por exemplo. Tudo depende muito da linguagem, do olhar e da direção de cada obra. Mas acho que a maior diferença é o procedimento e a função do ator e da atriz em cada linguagem. Eu acho o trabalho do ator no cinema muito mais “funcional” do que no teatro. No cinema existem muitos “departamentos” e cada um tem o seu momento em entrar em ação, entre eles está o elenco. Existe a direção, a fotografia, luz, direção de arte, direção de som, etc. Então para uma cena acontecer, todos esses departamentos precisam estar alinhados e depois do “corta” você espera para entrar em cena novamente. No teatro, a partir do momento em que um espetáculo começa, os atores e atrizes estão movendo a ação cênica do começo ate o fim da peça. Sem contar que o cinema é registro, aquilo esta feito e ficará registrado para sempre. O teatro é a arte do momento, quando uma apresentação acaba ela não ira se repetir como já foi feita.

Eu acho que continuar estudando talvez seja minha maior motivação, porque conforme eu estudo e conheço novos mundos, novos pensamentos e novas possibilidades isso me da incentivo para continuar testando e me dedicando a profissão. Tento não pensar muito numa motivação única, porque ela pode se esgotar. O estudo, por ser infinito, eu acho que sempre me da possibilidade de novos caminhos. Continuar fazendo teatro de uma forma ou de outra é sempre um ato de resistência e nossa arte abre muita possibilidade para novos pensamentos e isso de alguma forma é um mecanismo de mudança social. Eu acredito que podemos gerar discussões e reflexões para um mundo mais justo, respeitoso e aberto.

Eu pretendo continuar minha pesquisa e meus projetos no teatro com minhas parceiras e meus parceiros artísticos, pensando sempre em aprimoramento artístico e desenvolvimento pessoal também. Não pretendo abandonar o teatro nunca, por mais que seja cada vez mais difícil fazer teatro. Mas a segunda temporada de Desalma vem aí e eu não vejo a hora de voltar a me encontrar com o Roman!

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