Para muitos americanos fãs da boa música, o dia 1º de junho de 1967 é considerado uma data histórica. Também pudera, já que foi há exatos 51 anos que os Beatles lançavam, nos Estados Unidos, o álbum que é considerado por muitos o mais icônico da carreira do quarteto britânico: “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, que chegou às prateleiras do Reino Unido dias antes sendo aclamado por críticos como “inovador” e altamente representativo para toda uma geração. Vencedor de quatro Grammys em 1968, inclusive o de Melhor Álbum do Ano, de quebra ainda se tornou o primeiro LP de rock a receber a honraria.

Os mais entusiasmados dizem até hoje que “Sgt. Pepper’s…” é tão bom que não pode ser considerado como um mero trabalho pop, mas sim como uma obra de arte à altura da Mona Lisa de Leonardo Da Vinci ou até mesmo de certos clássicos de Mozart, Beethoven e Vivaldi, três dos maiores gênios da música em todos os tempos.

E, claro, vendeu horrores – 32 milhões de cópias, para ser exato – de acordo com a mais recente contagem, feita em 2011. Nos arquivos da Oxford University, “Sgt. Pepper’s…” aparece como “o mais importante e influente álbum de ‘rock and roll’ já gravado.” E parece ter sido muito bem planejado, justamente para ser lembrado exatamente assim.

O elemento gráfico que mais chama atenção no álbum certamente é sua capa, na qual os Beatles dividem o protagonismo com fotos de personalidades de todas as áreas. Bob Dylan e o ocultista britânico Aleister Crowley aparecem ao lado de Fred Astaire e do psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, e foi por pouco que Jesus Cristo e até Adolf Hitler não foram incluídos no layout final. Responsável pela imagem, o diretor de arte Robert Fraser também colocou na foto um letreiro com o nome da banda feito com flores e pés de maconha.

O nome escolhido para o álbum também tem um significado todo especial, já que de certa forma indica o começo do fim dos Beatles como conjunto. Isso porque a “Banda do Clube dos Corações Solitários” do título representa os alter egos de Lennon, McCartney, Starr e Harrison, que na época decidiram mudar de ares para focar em trabalhos individuais com maior liberdade de criação. A ideia era que cada um tivesse mais independência pelo benefício de todos, mas apesar de simbólica acabou se tornando o pontapé inicial para a separação deles, anunciada em 1970.

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McCartney acabou se tornando o membro do quarteto que mais se deu bem como artista solo. E isso já ficou evidente na produção de “Sgt. Pepper’s…”, cuja maioria dos singles ele assinou junto com Lennon, incluindo a faixa título. O pai de Stella McCartney praticamente assumiu as rédeas da produção do álbum, e inclusive foi ele quem pensou no título enigmático. A verdade é que McCartney sempre foi mais ligado em questões de mercado do que os colegas e percebeu antes de todos que teria mais chances de continuar em alta se ficasse sozinho.

Difícil falar de “Sgt. Pepper’s…” sem mencionar “Lucy in the Sky with Diamonds”. Composto por Lennon depois de ver um desenho que o filho, Julian, fez de uma coleguinha chamada Lucy, o hit foi desde o lançamento associado ao LSD, do qual empresta as iniciais, ao ponto de ter sido banido pela BBC. Os Beatles sempre negaram isso, mas sabe-se que Lennon usou a droga alucinógena durante as gravações do álbum e em certa ocasião chegou a olhar para o céu por minutos, fascinado com a beleza das estrelas, de acordo com um relato do produtor George Martin.

Com quase 40 minutos, o álbum termina e começa com uma música de mesmo nome, porém em versões diferentes. Isso foi uma sacada dos Beatles para dar ao trabalho um ar de clássico, como se fosse um concerto com um mestre de cerimônia aparecendo só na abertura e no fechamento das cortinas. O mestre de cerimônias é o tal do “Sargento Pimenta” do título, e os artistas são – claro! – Lennon, McCartney, Starr e Harrison. E olha que este último nunca gostou muito de “Sgt. Pepper’s”, por considerá-lo “fraquinho”. Dá pra acreditar?

O Instituto Tomie Ohtake faz abertura do “Arte Atual Festival – demonstração por absurdo”, como parte do Festival Path e com trabalhos de Alexandre Copês, Arthur Chaves, Carina Levitan, Carolina Caliento, Guilherme Peters, Paul Setubal e Pedro Hórak, em Pinheiros.

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Vai de hoje ao dia 03/06 a Femi – Feira da Moda Inverno, com parte da renda em prol do tratamento do câncer infantojuvenil do Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e a Crianças com Câncer), no Centro de Eventos São Luís, na Consolação.

A banda E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante se apresenta no deck externo do MecaSpot, na décima edição do MiniMeca, evento que reúne shows, DJ sets, workshops, vivências e markets com produtos autorais, em Pinheiros.

Com a proximidade da data em que Monica Filgueiras faria aniversário (23/05), a Monica Filgueiras Galeria de Arte abre a exposição “Marca D´água – Papel” e inaugura novo site e a nova identidade visual do espaço, nos Jardins.

O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP comanda a primeira rodada do Círculo de Reflexões sobre Ética no Turismo, na sede da Fecomércio. Aberto ao publico e gratuito, o evento conta com professores e especialistas, que irão abordar o tema “O que É Hospitalidade e por que Estamos Falando Tanto Disso?”. Inscrições pelo site www.sescsp.org.br/eticanoturismo

Antonio González Palacios, da vinícola espanhola Beronia; e Inovini, recebem convidados em parceria com o chef Juliano Valese e David López, para jantar de lançamento do projeto basco “Beronia Txoko”, no restaurante Jamón Jamón, em Pinheiros.

Camila Yunes Guarita, da Kura Arte, em parceria com a galeria Fortes D´Aloia & Gabriel, recebe convidados para bate-papo com o artista Barrão e com o curador Agnaldo Farias, como parte do projeto “Caixa de Pandora”, no Jardim Europa.

A Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis recebe o lançamento do livro “Neoconstitucionalismo: a ideologia fadada ao fracasso do arbítrio” do advogado Bruno Aguiar Santos, mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

O Centro de Oncologia Santa Lucia recebe para lançamento da campanha “Brasília contra o câncer”, com talk entre os doutores Fernando Maluf, Breno Gusmão, Eduardo Vissotto, Melissa Chaves, Rodrigo Nery e com a jornalista Joyce Pascowitch, no B Hotel, em Brasília

A diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo, Beatriz Azeredo e a professora titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci̻ncias Humanas da Usp, Eva Blay, marcam presen̤a durante o Conalife РCongresso Nacional de Lideran̤a Feminina que acontece hoje no Hotel Unique, no Jardim Paulista.

Terrazas de Los Andes comanda o o lançamento oficial da Beef&Wine, ação global que promove o costume de se consumir carne junto ao vinho nas mais diversas ocasiões, no Museu do Vinho, na Avenida Paulista.

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O MecaSpot recebe mais uma edição do MecaTalks, com a presença da astróloga Madame Br00na, para falar sobre a ascensão do horóscopo dentro da sociedade e as consequências da retomada do assunto, em Pinheiros.

Johnnie Walker comanda intervenção urbana com atração surpresa, no vão livre do restaurante Spot, nos Jardins, comemorando os 110 anos do “João Caminhante”, ícônico andarilho, símbolo da marca.

A cônsul-Geral da Lituânia, Laura Tupe, recebe convidados para brunch em comemoração ao centenário da restauração do Estado Lituano, com apresentação do projeto do Museu de Identidade e Cultura dos Litvaks, na Fundação Ema Klabin, no Jardim Europa.

Em comemoração ao centenário da Restauração do Estado Lituano, a Fundação Ema Klabin comanda, hoje e amanhã, o Festival da Lituânia Labas, organizado pelo Consulado Geral da Lituânia em São Paulo, em parceria com a Comunidade Lituano–Brasileira, com atividades gratuitas, oficinas de arte, shows, palestras e gastronomia típica.

Fernando Henrique Cardoso faz palestra com o tema “A Reforma do Estado: 20 anos do modelo de OSs”, comandado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde e a Associação Brasileira das Organizações Sociais de Cultura, no Teatro Sergio Cardoso, na Bela Vista.

Marcus Vinícius de Morais e Leandro Karnal fazem bate-papo e lançamento do livro “Família e Vestibular: Pressões e Incertezas Contemporâneas”, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.

O Instituto Olga Kos faz abertura da exposição “Revelação e luz das formas do imaginário”, com obras compostas na oficina do artista Carlos Araújo; e o lançamento do livro “A arte e da sacralidade da arte”, no MAB-Faap, em Higienópolis.

A Verve Galeria abre a exposição “O Inquietante”, coletiva composta por trabalhos de Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Francisco Hurtz, Luciano Zanette, Luc Dubois, Monica Piloni, Tomoshige Kusuno, Walmor Corrêa e Wesley Duke Lee, com curadoria de Agnese Fabbiani e Ian Duarte Lucas, no Jardim Paulista.

Maria Antonia Civita recebe para jantar beneficente em comemoração dos 10 anos do Instituto Verdescola, com a presença de Regina Casé e pocket show de Léo Chaves, na Estação São Paulo, em Pinheiros.

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