Carolina Dieckmann revelou dez curiosidades sobre sua vida pessoal em bate-papo com Matheus Mazzafera no Vídeo Show desta terça-feira (18). Fã de programas ao ar livre, a atriz explicou que é apaixonada por banho de sol, mas prefere fazê-lo em casa.

“Gosto de pegar sol para ficar com marquinha. Tomo sol na minha piscina, porque gosto de marquinha embaixo e não em cima”, argumentou a Afrodite de O Sétimo Guardião. Ela ainda listou alguns hábitos para manter a silhueta em dia. “Além de pegar sol, eu me alimento bem, tenho uma rotina saudável, bebo muita água”, respondeu Carol, admitindo dificuldade em tirar um item de seu cardápio: ‘Um vício… refrigerante!’.

“Ele pode, eu espero que ele não seja. Acho que ele tem um monte de coisa para fazer ainda”, afirmou sobre o primogênito, de quem sofria com saudades no período em que morou no exterior. O entrevistador quis saber se ela considerava Camila, de Laços de Família, a personagem mais importante de sua carreira. “Não, porque eu não posso escolher um personagem, são todos filhos e você não escolhe um filho”, argumentou a artista, acusada de gordofobia na web por comentário no Altas Horas.

Na novela, Carolina Dieckmann vive uma mulher vítima de um relacionamento abusivo. Em entrevista nos bastidores dos Estúdios Globo contou como tem encarado o retorno das ruas. “Esses dias fui colocar combustível e o frentista me perguntou: ‘e aí, você não vai dar para o Nicolau?’. E do outro lado tem uma coisa que acho bonito ele falar assim. Ele pode ser um cara casado que, por um momento, se identificou com a trama. O Nicolau é machista, é homofóbico, é tudo isso e não deixa de ser um homem que está passando por cima dos filhos e da mulher por conta dos desejos dele, ou do machismo. Está passando, não está certo, estamos vendo isso. Não significa que ele seja um monstro. E não significa também que pessoas não se identifiquem com coisas que elas acham que estão certas e agora estão podendo discutir com si mesmos. Esse lado da novela para mim, das pessoas olharem para as suas vidas, é maravilhoso. Para verem essas histórias entrando na rotina delas, dando sinais. Espero com a Afrodite buscar esse olhar para ela mesma. Ela está buscando esse olhar através da filha, mas tem mulheres que não dão essa possibilidade, não tem esse despertar. Então quem sabe assistindo, mesmo na dramaturgia, uma mulher olhando para si, elas também olhem para a vida delas. O olhar já é o começo da revolução”, argumentou.

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