Das cores da fachada às flores do jardim, a casa onde Candido Portinari [1903-1962] cresceu e passou a infância em Brodowski (SP) guarda detalhes que vão além das obras deixadas pelo artista plástico.

Nos 50 anos de fundação do Museu Casa de Portinari, o G1 preparou uma lista com curiosidades sobre o espaço que ao longo dos anos se tornou um dos centros culturais mais importantes do interior paulista.

Construído em um mutirão de amigos pelo pai do pintor, Gian Batista, no início do século 20, o imóvel no Centro da cidade, que Portinari visitava com frequência mesmo depois de se mudar para o Rio de Janeiro, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1968 e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) em 1970, após ser adquirido pelo estado.

O espaço funciona como um museu desde 14 de março de 1970 e recebeu, em 2019, 43,7 mil pessoas. Com recursos audiovisuais e sensoriais, como o cheiro de café moído na hora, o local abriga grande parte do acervo sacro de Portinari, incluindo a famosa Capela da Nonna.

“O museu hoje é um lugar de múltiplas experiências, é um local em que as pessoas se descobrem, vivem momentos em que conseguem fazer essa conexão entre a própria história e a história de Portinari”, afirma Cristiane Maria Patrici, gerente da Casa de Portinari.

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