Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy, Scandal, How to get Away with Murder) finalmente chegou à plataforma de streaming mais famosa do mundo, é claro que estamos falando da Netflix. A série, dividida em oito episódios, apresenta um amor juvenil protagonizado por uma novata inglesa de beleza encantadora: Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor).

A série, apesar de um enredo aparentemente trivial, parece particularmente promissora por vários motivos, do elenco estelar aos protagonistas masculinos com físico escultural; além da direção notória de Shonda Rhimes e dos trajes deslumbrantes feitos por Ellen Mirojnick.

A série, retirada da saga de romances homônimo de Julia Quinn, foi uma forte inspiração para a conhecida designer Ellen Mirojnick, que conseguiu criar uma mistura perfeita do estilo Regency com o gosto moderno. O estudo, realizado em colaboração com a roteirista, deu resultados que vão deixar você sem palavras!

Foram mais de 7.500 vestidos foram feitos à mão para a série! Só a protagonista Daphne Bridgerton usa 104 roupas em oito episódios.

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Quem é Ellen Mirojnick?

Seu talento criativo se esconde por trás de estilos icônicos e colaborações com diretores do calibre de Steven Spielberg.

A ela devemos o look de Angelina Jolie em Malévola: Dona do Mal e de Meryl Streep em A Lavanderia, que fez os figurinos para o musical com Hugh Jackman, O Rei do Show e assim por diante.

Vencedora de um Emmy de figurino, envolveu personalidades de destaque na área de figurinos.

O conjunto da obra

Os corsets da série foram criados pela conhecida corsetist Sra. Pear, enquanto Marc Pilcher se encarregou de embelezar os penteados com detalhes meticulosos.

O nível dos figurinos também é alto graças à escolha das cores e às modernas técnicas de fabricação.

A família Bridgerton, por exemplo, ao longo da série usa tons de azul, enquanto outros personagens, como a Rainha Charlotte (Golda Rosheuval), não seguirão um estilo específico.

Curiosidade: A personagem de Rosheuval não está presente nos livros de Julia Quinn.

As técnicas de costura utilizadas são modernas, mas fixadas em 1.800 silhuetas. O resultado obtido é notável não só pela qualidade artesanal das roupas, mas pelo rigor histórico e pela expertise nos detalhes.

O efeito é surpreendente, digerir o almoço de Natal foi fácil, acompanhando as intrigas da corte inglesa do século XIX, entre o chiffon esvoaçante e saias de cetim!

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