Não precisa nem jurar: o Vídeo Show sabe que O Cravo e a Rosa, novela de Walcyr Carrasco do ano 2000 (de volta ao Viva em 2019), marcou a vida do telespectador! Mas será que você, além de fã, está por dentro dos bastidores da história? Confira sete curiosidades que o Memória Globo conta sobre a trama:

O Cravo e a Rosa marcou a estreia de Walcyr Carrasco na Globo. De lá para cá, o autor acumula sucessos, como Chocolate com Pimenta (2003) e Amor à Vida (2013). Agora, ele se prepara para a estreia de A Dona do Pedaço, em 2019.

Entre as referências trazidas por Walcyr para a história, A Megera Domada, de Shakespeare, e a telenovela O Machão, escrita em 1965 por Ivani Ribeiro para a TV Excelsior e readaptada em 1974 por Sérgio Jockyman para a TV Tupi. Já para caracterizar o triângulo amoroso formado por Edmundo (Ângelo Antônio), Bianca (Leandra Leal) e Heitor (Rodrigo Faro), a inspiração foi a peça Cyrano de Bergerac, escrita em 1897 pelo francês Edmond Rostand.

Eduardo Moscovis, que em 2019 faz sucesso como Murilo, forma humana do gato León em O Sétimo Guardião (novela que sucede Segundo Sol, em que Adriana Esteves, a icônica Catarina, interpretava Laureta), contou que estava receoso em aceitar o papel de Petruchio porque achava que o personagem, rude e machista, poderia ficar muito parecido com o taxista Carlão de Pecado Capital (1998) – remake de Gloria Perez da novela de Janete Clair. Quem fez o ator mudar de ideia, para a alegria do público, foi o diretor Walter Avancini, que explicou o caráter cômico da trama.

Nas primeiras semanas da novela, o diretor Walter Avancini inseriu pequenas aparições de figuras ilustres da época. Foram homenageados a artista plástica Tarsila do Amaral, a cantora lírica Bidu Sayão, o poeta Oswald de Andrade e o escritor Monteiro Lobato, este ao lado da esposa, Maria Pureza, a dona Purezinha.

Vinte e seis cenários de estúdio foram construídos para a novela. Além disso, um bonde adaptado a um carrinho elétrico transportava cerca de 20 pessoas pela cidade cenográfica. A novela também contava com veículos de época de verdade, cedidos por colecionadores.

O figurino da novela tinha em torno de 600 peças feitas exclusivamente para a trama. A figurinista Beth Filipecki conta que se baseou em filmes e personagens da literatura para criar os visuais dos personagens. O de Catarina teve como uma de suas inspirações a boneca Emília, do Sítio do Picapau Amarelo. Beth também teve grande participação na composição visual do personagem Petruchio, segundo Eduardo Moscovis. Por sugestão dela, ele deixou crescer o cabelo e a barba, e clareou os pelos para parecer queimado de sol.

Um sítio na zona oeste do Rio de Janeiro serviu como locação para a fazenda de Petruchio. Lá foram ambientados a casa, o estábulo, o chiqueiro, o galinheiro e o local para a fabricação de queijo. Já para as cenas em que os personagens apareciam fazendo queijo, a equipe de produção contou com a ajuda de uma cooperativa, que fornecia 30 queijos prontos por dia, além de 60 litros de leite líquido e 60 litros de leite coalhado.

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