Hoje é o último dia para aproveitar o Vinhos de Portugal, no CasaShopping, na
Barra. Ainda dá tempo de experimentar os mais de 500 rótulos dos melhores vinhos
da Terrinha, participar de uma aula-degustação, comprar garrafas especiais e
trocar ideia com um público interessado no assunto. Entre uma taça e outra, o
público descobre, com produtores, curiosidades sobre seus rótulos preferidos,
tiram fotos e ficam sabendo das novidades. A entrada para o Mercado de Vinhos
pode ser comprada tanto pela internet quanto no próprio local.

— O mercado brasileiro é estratégico para a gente. É importante ver que o
Alentejo não é mais o grande foco — percebe Jorge. — Muitos já me perguntam
sobre harmonização e mostram um conhecimento amplo. Trouxe dois vinhos, o tinto
e o branco Manoella. O primeiro já está no mercado brasileiro; o outro é
novidade. Ele combina muito com o clima daqui por ser bem mineral e fresco. Está
sendo elogiado por quem experimenta.

No encontro Tomar um Copo, em que, por 20 minutos, craques apresentam vinhos
e contam suas características e histórias, os temas de hoje são imperdíveis:
espumantes, os vinhos do Alentejo e o produtor Domingos Alves de Souza
comentando seus vinhos ao lado do crítico Manuel Carvalho. Para participar, não
é preciso inscrição prévia. Basta chegar com antecedência e pegar uma senha no
local.

— Eu aprendi muito e, hoje, já ensino aos amigos sobre os vinhos de Portugal.
A cada nova edição os encontros estão mais interessantes, com assuntos mais
específicos — elogia ele, que hoje é considerado um expert pelos amigos.

Assim como aconteceu na sexta-feira, o evento de ontem
foi concorrido. Durante uma típica tarde de céu azul de outono, as provas e os
cursos ficaram lotados. Em “O jeito português de fazer vinho”, o crítico Rui
Falcão contou sobre técnicas antigas, a maneira lusa de comprar vinícolas e
outras curiosidades.

— Pode perguntar tanto para um produtor quanto para um consumidor português
sobre uvas. Eles ligam muito pouco para isso. Este vinho que estamos provando
agora (um Redoma Reserva, da Niepoort), por exemplo, eu não sei a uva. Nem eu
nem Dirk Niepoort. O que nos interessa é a idade das vinhas, a localização, o
solo e o resultado. Como podem perceber, é um vinho excepcional — comentou
Falcão.

O especialista e colunista do “Valor” Jorge Lucki participou pela primeira
vez da edição carioca, guiando os encontros “Grandes vinhos de 2007” e “Vinhos
nas alturas”, em que apresentou rótulos que não perdem qualidades nos voos.

— Vinhos com bastante acidez e frutados são os que mais se dão bem em
altitudes. E as empresas aéreas já têm essa preocupação; muitas delas contratam
especialistas. E é preciso ser uma vinícola com grande produção. Tem empresa que
consome um milhão de garrafas de espumante por ano — explicou.

O Vinhos de Portugal é uma realização do GLOBO,
“Público”, “Época” e “Valor Econômico”, com parceria do Vinhos de Portugal,
patrocínio do CasaShopping, do Pão de Açúcar e da Construtora Canopus, apoio da
Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, do Instituto dos
Vinhos do Douro e do Porto, das Comissões de Vinhos do Alentejo e do Dão, da AGO
Mercedes, da Volvo AB Gotland e da TAP.

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