Depois de dez dias da 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o evento chegou ao fim. Antes da premiação, houve a exibição hors-concours do longa “América armada”, de Aline Lanari e Pedro Asbeg, que acompanha a trajetória de três pessoas que tiveram suas vidas modificadas por resistirem à opressão da violência e a desigualdade social, tendo como armas a informação, a conscientização e o afeto. O filme acompanha a trajetória de cada um no Brasil, Colômbia e México.

O documentário “Bixa Travesty” foi eleito o melhor longa-metragem pelo júri popular (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Técnico Canal Curta!) e recebeu menção pelo posicionamento e impactante apresentação da dupla Linn da Quebrada e Jup do Bairro.

O festival aliou cultura a questões políticas e promoveu a diversidade e espaço para vozes que não costumam ser ouvidas, mas que sempre estiveram presentes na sociedade. O resultado é que independente de quem levou mais prêmios, o grande vencedor da noite foi o cinema.