O professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Lúcio Vilar, destaca a relevância da “Primavera do Cinema Paraibano” para celebrar os 15 anos do Fest Aruanda, em 2020.

“Queremos mostrar a evolução das produções paraibanas. Desde o começo, tivemos filmes importantes para a estética cinematográfica e chegamos ao auge em 2018, com seis lançamentos só no Aruanda”, afirma.

Além disso, o professor argumenta que continuará com o incentivo às produções locais em curta-metragem e haverá uma mostra paralela composta apenas de curtas nordestinos e paraibanos.

“Sempre houve um estímulo e uma produção muito grande de curtas na Paraíba. Os filmes de longa-metragem eram difíceis de serem realizados. Essa trajetória mudou e, desde 2010, as produções se diversificam. Mas curta-metragem é uma das principais formas de expressão cinematográfica no estado e continuaremos prestigiando”, salienta.

“Será uma categoria para premiar filmes voltados a temas ambientais. Nunca tivemos essa categoria e agora vamos prestigiar um assunto tão relevante socialmente”, acentua o professor.

Autora de obras como “Marlene França: do sertão da Bahia ao Clã Matarazzo” e “Alguma solidão e muitas histórias: a trajetória de um cineasta brasileiro – João Batista de Andrade”, a jornalista mineira esteve presente em todas as edições do festival, desde 2005.

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