Quase 21 anos depois de sua estreia, ocorrida em junho de 2000, a novela Laços de Família, de Manoel Carlos, emociona atualmente uma vez mais o público, em sua (segunda) reprise no Vale a Pena Ver de Novo, com a leucemia enfrentada pela jovem Camila (Carolina Dieckmann), filha da protagonista Helena (Vera Fischer).

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Outra novela do autor, Mulheres Apaixonadas, toca novamente os espectadores 18 anos depois de seu lançamento, agora no Canal Viva, com o câncer de mama contra o qual Hilda (Maria Padilha) luta. Ela é irmã de Helena (Christiane Torloni) e de Heloísa (Giulia Gam) – esta, uma ‘mulher que ama demais anônima’, frequentadora das reuniões do Mada.

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Interrompida pela pandemia de covid-19 em março de 2020, ao voltar ao ar a atração das 21h da TV Globo, Amor de Mãe, optou por inserir essa mesma pandemia no enredo, com os personagens usando máscaras, higienizando as mãos com álcool em gel e mantendo distanciamento social. Nem a covid-19 impediu Lurdes (Regina Casé) de prosseguir em sua busca pela filho, Domênico, que sabemos ser Danilo (Chay Suede).

Diversas doenças já foram inseridas pelos autores de novela no contexto de suas tramas ficcionais, algumas até mais de uma vez pelo mesmo autor. O já citado Manoel Carlos criou três alcoólatras bastante lembrados: Orestes (Paulo José), de Por Amor (1997); Santana (Vera Holtz), de Mulheres Apaixonadas (2003); e Bira (Eduardo Lago), de Páginas da Vida (2006).

Quando falamos de problemas no cérebro, já tivemos um grande representante: o empresário Renato Villar (Tarcísio Meira), de Roda de Fogo (1986), novela de Lauro César Muniz escrita com Marcílio Moraes, prevista para entrar no catálogo do Globoplay em abril.

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Da ‘ausência’ de Chico-Tico (Alexandre Raymundo) em Maçã do Amor (1983) à esquizofrenia de Tarso (Bruno Gagliasso) em Caminho das Índias (2009), da cardiopatia de Paloma (Cristiana Oliveira) em De Corpo e Alma (1992) ao mal de Alzheimer que acometeu Dona Laura (Glória Menezes) em Senhora do Destino (2004) e Mamede (Flávio Migliaccio) em Órfãos da Terra (2019), diversos males atingiram nossos personagens da telinha.

Mesmo doenças devastadoras e incuráveis já figuraram em nossas histórias em capítulos. A doce Tula de Linhares (Nívea Maria), de O Preço de Uma Vida (1965), sofria prostrada numa cama e somente o feioso e até repulsivo Dr. Valcourt (Sérgio Cardoso) poderia salvá-la.

Isso sem falar, por exemplo, em ‘séries médicas’, tais como Obrigado, Doutor (1981), com Francisco Cuoco, e Mulher (1998), com Eva Wilma e Patrícia Pillar, cujos episódios aliavam os dramas de seus personagens, médicos e enfermeiros, com os de pacientes que reclamavam seu socorro.

Nesta semana, Curiosidades da TV relembra aqui no Observatório da TV casos como esses, nos quais a ficção colaborou para aumentar o conhecimento sobre determinadas doenças e nos emocionou com o sofrimento e a superação vividos pelos personagens. Confira o vídeo!

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