Sabe o ditado “quem não é visto não é lembrado”? Não queria começar esse texto com um clichê, mas quer saber? Clichês viram expressões batidas porque as pessoas usam muito. E as pessoas usam muito porque… sim, clichês tendem a ser grandes verdades colocadas em forma de frase de efeito. Mas, para além de estar no “top of mind” da sua audiência – ou seja, de posicionar a sua marca no topo da mente de quem te segue nas redes –, o vídeo é uma ferramenta ultra poderosa de conexão. E que muita gente deixa de usar.

Já sei que deve estar passando pela sua cabeça: “Ah, não, que vergonha, nem pensar. Imagina só o que vão falar de mim?!”. Deixa te contar, as pessoas já falam de você. Se nem Jesus Cristo, um dos maiores influenciadores que já existiu na História foi unanimidade, vamos combinar que você também não será.

Superada essa questão, deixa te mostrar porque os vídeos ajudam a influenciar e a faturar nas suas redes sociais.

Três Motivos Pra Você Destravar Nos Vídeos

1) Autoridade: Tá no nosso inconsciente coletivo. Há apenas poucos anos atrás, na era do cinema e das TVs, estar nas telas era privilégio de poucos. Artistas e celebridades. Logo, quando alguém vê você numa tela, ainda que seja num vídeo do Instagram ou do YouTube e, por mais que a produção de vídeos tenha sido completamente democratizada, nosso cérebro te acha um pouquinho mais importante.

2) Conexão: pelo vídeo as pessoas têm oportunidade de conhecer seu jeito, trejeitos, manias. Quanto menor a edição, mais as pessoas vão se conectar com você. E conexão gera confiança. Por isso os influenciadores mais bem pagos vêm do YouTube, em diferentes nichos.

3) Mensagem: reza a lenda que nosso cérebro processa imagens 60 mil vezes mais rapidamente que um texto. Essa é uma informação que surgiu num relatório interno da empresa 3M e que, nós que trabalhamos com comunicação e marketing, adoramos usar – mesmo que, ao que tudo indique, ela não tenha embasamento científico.

Mas pensa comigo: o texto foi uma invenção da humanidade. As imagens e sons não. Fazem parte da natureza. Logo, faz todo sentido que o nosso cérebro processe melhor informação em imagem e áudio e gaste mais energia pra absorver informação escrita, certo?!

Ok, então como, quando e onde usar os vídeos?! Montei um guia rápido aqui de como extrair o maior poder dos vídeos, conforme formato e plataforma.

Stories no Instagram: aqui vale mostrar os bastidores da sua vida e do seu negócio. Eu defendo que, quanto menor a formalidade, maior a conexão. Com perdão do exagero, vale mostrar até o pão com manteiga do seu café da manhã. (Lembra que as pessoas não criam um perfil nas redes sociais pra se conectar com uma logo?!) Aliás, fica o recado: perfis sem stories são considerados “perfis amadores” pela audiência.

IGTV: ótimo para vídeos com 2 a 3 minutos. Vai depender muito da sua estratégia de conteúdo, do perfil da sua marca, mas esse é um espaço bacana pra dividir pequenas histórias, trechos da sua jornada ou da jornada da sua marca, ou mesmo um conteúdo mais técnico. Só não se esqueça de que, com a propagação de vídeos de 15 e 30 segundos, as pessoas estão ficando com pouca paciência pra vídeos longos, portanto, é importante fisgar a audiência de cara com uma pergunta ou indicando uma “vantagem”, um benefício pra quem for assistir.

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Reels: o Instagram assumiu publicamente que está entregando alcance maior para os Reels, sua investida contra o crescimento do concorrente TikTok. Ou seja, fazer Reels pode melhorar seu engajamento, e fazer com que a sua conta cresça. E nem só de dancinhas vive o Reels. De novo: vai da sua estratégia de conteúdo e da essência da sua marca. É possível criar uma estratégia de conteúdo com dicas e sacadas em até 30 segundos… ou pode usar (sim!) o infotenimento com dancinhas, dublagens engraçadas pegando gancho no seu tema.

YouTube: ele é o segundo maior buscador da internet. E o YouTube é uma empresa do Google, o maior buscador da internet. Portanto, ter um vídeo com uma boa estratégia de ranqueamento (SEO, ou Search Engine Optimization) vai fazer com que seu nome, o nome do seu produto ou da sua empresa sejam muito mais vistos. E o melhor, por um público qualificado que está buscando pela sua solução. Portanto, não é sobre ter milhões de views ou assinantes no seu canal. É sobre o público certo te encontrar. Os vídeos que têm naturalmente melhor desempenho nessa plataforma são os que ensinam algo, o famoso “como fazer”. Mas vídeos com visualização recorrente (meditação, exercícios físicos, clipes musicais ou receitas, por exemplo) também costumam render. Claro, não adianta fazer só esse tipo de vídeo por lá, por que seu objetivo é influenciar e faturar e não se tornar uma celebridade. 😉

YouTube Shorts: advinha quem também entrou na briga com Instagram e TikTok?! Pois é, o YouTube Shorts são vídeos de no máximo 1 minuto. Essa é uma ferramenta que ainda está chegando ao Brasil, mas que promete ajudar a propagar muito as marcas por lá, então, aconselho ficar de olho por aí.

TikTok: não adianta nem virar a cara e sair desse texto. Enquanto você torce o nariz, aliás, já existem psicólogos, corretores de imóveis e até advogados especialistas em temas áridos (como impostos) se dando bem por lá. E advinha?! Sem dancinha!

Se resolver apostar nessa plataforma, saiba que quanto mais dinâmicos os vídeos por lá (até 30 segundos), melhor.

Lives: não importa a plataforma, do Instagram ao Facebook, passando pelo YouTube e o LinkedIn, quando você faz lives o algorítimo melhora o alcance do seu conteúdo (engajamento). Fora que a sua audiência tem uma oportunidade incrível de te conhecer, e essa conexão não tem preço. E aí, te convenci?! Ótimo. Então eu te desafio: já bloqueia a agenda pra sua próxima live, faz um post e avisa sua audiência. Assim você se compromete e entra em ação. Topa?

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