O aplicativo funciona de forma separada do YouTube, reúne álbuns completos, singles, remixes, versões ao vivo, covers e playlists diversas, algumas com curadoria de uma equipe interna, e outras feitas com base no gosto pessoal do usuário, confiando a tarefa ao algoritmo.

O diferencial, segundo o Google, é que o aplicativo inclui também tudo o que está no YouTube, de clipes oficiais a versões de fãs, e um sistema de busca mais eficiente, que consegue relacionar termos diversos: se o usuário não lembrar o nome da música ou do artista, mas souber um trecho da letra da canção, por exemplo, o YouTube Music promete encontrá-la.

Para usar todo o potencial do aplicativo, escutar músicas sem intervalos comerciais e poder baixá-las, é necessário assinar o YouTube Music Premium, que custa R$ 16,90 por mês — mesmo valor cobrado pelos concorrentes. Há também o Plano Família Music que custa R$ 25,50 por mês e dá acesso a até seis membros da família (maiores de 13 anos) na mesma casa.

Assim como o aplicativo do YouTube, o YouTube Music não funciona em segundo plano: não é possível, por exemplo, usar qualquer outro aplicativo e escutar música ao mesmo tempo, a não ser que o usuário pague a assinatura ou divida a tela do aparelho.