Muita gente acha que ficar longos períodos sem comer desacelera o metabolismo. Para entender isso melhor, cientistas investigaram o impacto da alimentação por períodos restritos dentro do ciclo circadiano. E perceberam que seguir uma rotina alimentar semelhante ao jejum intermitente, pode ser uma boa estratégia para perder peso.

É o que diz um novo estudo publicado no periódico Obesity, da The Obesity Society, o primeiro que analisa qual o impacto dos horários das refeições dentro do metabolismo de 24 horas do ser humano.

A pesquisa foi realizada em conjunto por médicos da Louisiana State University’s Pennington Biomedical Research Center e da Universidade do Alabama, ambas dos EUA. Com um grupo se alimentando das 8h às 14h e outro (de controle) das 8h às 20h.

O resultado foi que o grupo que comeu até 14h conseguiu perder peso por sentir menos fome e menos vontade de comer. Os médicos ainda notaram que esse grupo teve um aumento na queima de gordura –embora tenham dito que precisam de mais testes para averiguar esse dado.

Eles concluíram que a dieta semelhante ao jejum intermitente reduziu a fome e a vontade de comer. Eles notaram ainda que ela aumentou a queima de gordura no período de 24 horas – embora tenham ressaltado que precisam de mais dados para garantir este dado.

“Nós suspeitamos que a maioria das pessoas pode se beneficiar com refeições feitas em horários controlados para perder ou manter peso, já que esse tipo de estratégia costuma controlar o apetite naturalmente”, diz Courtney M. Peterson, coordenadora do estudo e professora assistente do Departamento de Nutrição e Ciências da Universidade de Alabama.

“Coordenar as refeições com o ritmo circadiano, o seu relógio biológico interno, pode ser uma estratégia inteligente para reduzir o apetite e melhorar a saúde do metabolismo”, afirma Eric Ravussin, PhD, um dos autores do estudo e diretor para ciência clínica da Louisiana State University’s Pennington Biomedical Research Center nos Estados Unidos.

Uma nova pesquisa descobriu que uma maçã carrega cerca de 100 milhões de bactérias, principalmente nas sementes e no caule. Publicado no periódico Frontiers in Microbiology nesta quarta-feira (24), o estudo ainda revelou que, se o consumidor descartar o caule da maçã, a ingestão de bactérias cai para 10 milhões.

Pense em um doce fácil e super rápido de fazer, e melhor: gostoso, barato e sem lactose! Esse bolo de tapioca gelado é a pedida para um chá da tarde.

Hoje em dia é muito comum a busca por alimentos milagrosos para emagrecer e/ou adquirir mais saúde. Todo mundo quer saber o que pode e o que não pode comer. Da minha parte você já sabe: dê preferência aos alimentos in natura e reserve para os alimentos processados e ultraprocessados um espaço menor da alimentação. Não faça restrições! Coma de tudo, sem culpa.

O leite é visto como vilão por muita gente. Quando é a versão integral, então, parece que é o pior dos alimentos. Mas para quem entende, na maioria das vezes, ele é o mais indicado.

Há uma relação importante entre o diabetes tipo 2 e a dieta. Estudos já mostraram que, além de a alimentação ser um fator de risco, ela também faz parte do tratamento para a condição. Agora, uma nova pesquisa mostrou que os ingredientes presentes nas refeições do dia a dia ainda podem reduzir –e muito– o risco de ter diabetes.

Eu sempre falo que na reeducação alimentar nada é proibido, mas nem tudo lhe convém e tudo na vida pode ser adaptado. Por exemplo, o cookie pode sim ser consumido em uma dieta que busca redução de peso e por pessoas que procuram ser saudáveis, basta escolher os ingredientes certos na hora de fazer a receita.

Por muito tempo o ovo ficou no banco dos réus, sendo encarado como um vilão, pois se acreditava que colocava o coração em risco por ser fonte de colesterol. Depois de ter sido foco de muitos estudos, o alimento foi merecidamente absolvido.

Não é de hoje que observamos que a população brasileira está cada vez mais gorda – o índice de obesos cresceu 42% em uma década (entre 2007 e 2017), segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, enquanto o índice de fumantes caiu 40% no mesmo período.

Eu amo, amo,  ossobuco, seja ele de boi, seja de porco, é uma excelente pedida para quando está frio, para acompanhar uma polenta de painço ou de milho (já passei a receita de polenta de painço aqui!).

Milho, mandioca, peixes de rio e de mar… E, também, goiaba, abacaxi, guariroba e outros ingredientes tipicamente brasileiros estão presentes no novo livro da chef Heloísa Bacellar, do restaurante Lá da Venda, em São Paulo, e do site Na Cozinha da Helô. Na obra, chamada de “Cozinha Brasileira – Histórias e Receitas” (Editora DBA, R$ 40), a autora destaca as receitas da cozinha brasileira, de norte a sul do país, que considera mais emblemáticas e representativas dos povos que influenciaram a formação das nossas tradições culinárias.

Com a chegada do inverno, os dias mais frios nos fazem mudar um pouco nosso estilo de vida. Mas será que a alimentação também muda nessa época do ano?

O tomate (Solanum lycopersicum) é o fruto do tomateiro e é nativo da América do Sul. Pertence à família das Solanáceas, como o pimentão, o jiló, a berinjela e a batata. Os tipos mais comuns são o tomate carmem, o italiano e o cereja.

Sim. Na verdade, malhar 5 minutos é melhor que nada. Calma!! Ninguém tá falando pra você se arrumar todo, colocar short, tênis, camisa de treino, ir para academia é malhar 5 minutos e ir embora pra casa que já está bom! Não!! Mas ainda assim, seria melhor que ZERO!

O alho e a cebola são uma dupla inseparável na cozinha, usados para temperar quase tudo. E, como já contei aqui neste post, são alimentos que fazem muito bem à saúde, reforçando a imunidade e ajudando a controlar a glicemia. Porém, apresentam sabor muito forte e característico, que incomoda a algumas pessoas, deixam cheiro nas mãos ao serem picados e, ainda, podem ser indigestos para outros indivíduos, principalmente se ingeridos na forma crua. Se você se enquadra nessas situações, mas gosta de deixar sua comida temperada e cheia de nutrientes, vale apostar em outros temperos que lembram o sabor do alho e da cebola, porém com muito mais delicadeza.

Ao olhar em farmácias ou lojas de produtos naturais é comum encontrar entre os suplementos uma categoria que é pouco conhecida pela sua definição: os nutracêuticos. Ao contrário do que muitos pensam, eles não são polivitamínicos nem suplementos proteicos como o whey protein. Também não são nutrientes.

Qual a quantidade de café que pode ser tomada por dia por quem tem predisposição a ter pressão alta e que não vai ser prejudicial? Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) com 533 pessoas da cidade de São Paulo apontou que mais de três xícaras, das de 50 ml, podem aumentar em até quatro vezes a possibilidade de o problema se manifestar. Tomar até três xícaras, no entanto, traz benefícios e ajuda a evitar doenças cardiovasculares. Pós-doutoranda no Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP-USP), a nutricionista Andreia Machado Miranda, principal autora do estudo, disse que os hábitos do indivíduo e a predisposição genética, isoladamente, já são fatores de risco conhecidos para a pressão arterial, mas ela e a equipe de pesquisadores se debruçaram nos impactos do consumo excessivo de café por pessoas saudáveis, mas com predisposição genética a ter hipertensão. Para isso, utilizaram como base o Inquérito de Saúde do Município de São Paulo (ISA-Capital 2008), que foi realizado com 3 mil pessoas. “É um estudo muito completo com dados de estilo de vida, coleta de sangue e de DNA, informações bioquímicas e aferição da pressão arterial. Definimos como pressão arterial normal valores abaixo de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Acima disso, era considerado pressão alta”, explica a pesquisadora. O grupo desenvolveu escores genéticos de risco e analisou o consumo de café dos participantes (menos de uma xícara, entre uma e três xícaras, e mais de três xícaras), além da pressão arterial deles. “O consumo médio foi de duas xícaras e meia de café por dia. Nenhum dos participantes relatou o consumo de café descafeinado e quatro indivíduos falaram que consomem café expresso. O café é complexo. Ele é constituído por mais de 2 mil compostos químicos, entre eles, a cafeína, que aumenta os níveis da pressão arterial.” A pesquisa mostrou que o grupo que tinha a pontuação mais elevada no escore genético e que bebia mais de três xícaras de café, a possibilidade de ter pressão alta era quatro vezes maior do que de quem não tinha a predisposição. “Como a maior parte da população não sabe se tem a predisposição, porque são dados de exames que não são habitualmente feitos, a pesquisa pode ajudar toda a população a saber qual o consumo adequado que deve ser feito de café”, diz Andreia, que já realizou estudos sobre os efeitos do consumo da bebida. Efeito protetor “Em todos os nossos estudos, constatamos o efeito protetor para a parte cardiovascular. O café é rico em polifenóis, compostos bioativos que têm ação no organismo e só existem nos alimentos de origem vegetal. O organismo não produz. Diversos estudos têm mostrado uma contribuição na redução de doenças crônicas, como a cardiovascular. Por causa do poder antioxidante, melhora a vasodilatação e permite que a pressão arterial não aumente.” Outro estudo realizado por Andreia apontou que o consumo de uma a três xícaras por dia traz benefícios para a saúde cardiovascular, como a regulação de um aminoácido chamado homocisteína, que está relacionado com episódios de enfarte e acidente vascular cerebral (AVC). A pesquisa, apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi publicada na revista Clinical Nutrition. O próximo passo do estudo é verificar o impacto do consumo de café em pacientes que já têm doenças cardiovasculares. “Agora, vamos identificar os efeitos nos pacientes que já sofreram um episódio de enfarte agudo do miocárdio ou angina instável e qual vai ser o impacto na sobrevida desses pacientes”, disse. A previsão é de analisar, no período de quatro anos, dados de 1.085 pacientes atendidos no Hospital Universitário da USP.

Quem não gosta de um pudim cremoso ou um flan pronto na geladeira para um lanche né? Hoje eu recebi uma criançada aqui em casa e fiz esse flan para eles. Ele é tão simples e prático que  enquanto eles assistiam desenho eu fiz e esfriou, tudo em menos de 1 hora e 30 minutos. Além de tudo, a receita é saudável. Confira a receita abaixo:

A tecnologia foi uma criação maravilhosa e que nos ajuda cada dia mais a ter uma vida mais simples. O uso de smartphones e tablets tem aumentado no mundo todo e junto com essa onda tem se notado a proliferação de aplicativos que podem ser usados para influenciar hábitos saudáveis, ou até emagrecer.

Quando pensamos em plantas comestíveis, logo vem à cabeça arroz, feijão, milho, farinha… No entanto, cada vez mais tem se estudo e discutido o conceito de “panc” (acrônimo para plantas alimentícias não convencionais).

A pasta de amendoim nunca foi muito popular entre os brasileiros, antigamente ela era conhecida apenas através de filmes americanos com o famoso sanduíche de pasta de amendoim e geleia. No entanto, de uns anos para cá a receita começou a fazer muito sucesso entre os praticantes de atividade física, já que ela promete dar uma energia extra.

Seguir a dieta com refeições feitas em casa é relativamente fácil: basta ter disciplina para preparar as marmitas e não consumir nada que fuja do seu plano. O desafio real começa quando é necessário comer fora, principalmente se o programa for em um restaurante de culinária típica (italiana, japonesa ou mexicana, por exemplo). O que escolher? O que evitar?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu nesta segunda-feira que os alimentos industrializados para bebês contêm, com frequência, excesso de açúcar e rótulos que geram confusão.

Muito fácil, pratico e saboroso! Esse cuscuz de couve flor é excelente para quem está restringindo carboidratos da dieta e não sabe como substituir a falta de outros alimentos como arroz e massa.

Mesmo no inverno, ainda dá vontade de comer coisas mais fresquinhas de vez em quando. Porém, apostar em saladas feitas apenas de verduras e legumes crus nem sempre parece tão apetitoso quando a temperatura cai. Nessas horas, já pensou em experimentar uma salada morna, bem rica, que vale por uma refeição? É fácil de fazer e bastante nutritiva, caindo bem tanto num almoço mais leve quanto num jantar rápido e prático.

Um dos herbicidas mais utilizados no mundo, principalmente em plantações de soja, foi encontrado nos cereais que as pessoas consomem no café da manhã.

Uma queixa recorrente de muitos que buscam uma alimentação saudável é que, dentre os desafios assumidos quando se decide fazer uma dieta, também está a dificuldade em encontrar alimentos que sejam, além de saudáveis, baratos e gostosos. Ou seja: de acordo com essas afirmações, fazer dieta e encontrar boas substituições alimentares sai caro. Será mesmo?

Não é segredo para ninguém que consumir bebidas alcoólicas de estômago vazio pode fazer mal e intensificar os efeitos colaterais dos drinques no dia seguinte. Por isso, se alimentar adequadamente antes de consumir álcool é muito importante para conseguir ficar bem e diminuir os sintomas da famosa ressaca, como dores de cabeça e estômago, enjoos e falta de apetite.

Bebidas açucaradas, inclusive sucos de fruta e refrigerantes, podem estar ligados ao aumento do risco de câncer, dizem cientistas franceses.

O consumo de bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos, está associado a um aumento do risco de câncer. A conclusão é de um estudo publicado nesta quarta-feira, 10, no British Medical Journal (BMJ). Embora seja bem conhecida a relação entre bebidas açucaradas e doenças como hipertensão e diabete, a ligação do consumo com casos de câncer ainda é pouco medida. A pesquisa concluiu que um aumento de 100 ml por dia no consumo de bebidas açucaradas (incluindo nessa lista os sucos de fruta 100% naturais) foi associado a uma alta de 18% no risco de câncer em geral e a um aumento de 22% no risco de câncer de mama. Separadamente, o grupo das bebidas açucaradas (como os refrigerantes) e o dos sucos de fruta também têm relação com a alta de casos de câncer. Para realizar a pesquisa, uma equipe de cientistas acompanhou, durante no máximo 9 anos, 101 mil adultos franceses saudáveis (21% homens e 79% mulheres) com média de idade de 42 anos no momento da inclusão no estudo. Os participantes tinham de preencher relatórios com sua rotina alimentar – as tabelas incluíam bebidas açucaradas e bebidas adoçadas artificialmente. A aparição de casos de câncer ao longo dos anos também era relatada pelos participantes e validada por profissionais. Durante o acompanhamento, 2.193 casos de câncer foram diagnosticados. Ao fim do acompanhamento, os pesquisadores fizeram a correlação entre o consumo diário de bebidas açucaradas e a doença. Fatores de risco para o aparecimento de câncer, como idade, histórico familiar, tabagismo e nível de atividade física foram levados em consideração para a análise. A pesquisa não identificou relação entre o aparecimento de câncer e o consumo de bebidas adoçadas artificialmente (como os refrigerantes diet), mas os cientistas recomendam cautela ao interpretar essas estatísticas. Segundo os autores, houve baixo nível de consumo desse tipo de produto pelos participantes, o que pode comprometer a análise. Pela metodologia da pesquisa, também não foi possível apontar por que o açúcar, em si, pode levar à aparição da doença. Mas os pesquisadores sugerem que o consumo elevado de bebidas açucaradas pode estar ligado à maior gordura armazenada em torno de órgãos vitais, como fígado e pâncreas, independentemente do peso corporal, e a marcadores inflamatórios – ambos os fatores ligados ao aumento do risco de câncer. Segundo os próprios autores, mais pesquisas são necessárias para confirmar o elo entre câncer e bebidas açucaradas. “Esses dados demonstram a relevância de recomendações nutricionais para limitar o consumo de bebidas açucaradas, incluindo os sucos de frutas 100%, e medidas como taxação e restrições a propagandas”, indicaram os autores.

Cerca de um terço das pessoas com mais de 65 anos de idade que sofrem algum queda, levam um tombo, morrem. Muitas vezes são quedas fatais, mas em muitas o óbito não ocorre imediatamente, mas se inicia um processo que leva ao óbito prematuro. Muitas vezes o idoso cai mais de uma vez. Muitos caem e são hospitalizados, passam por processo cirúrgico e acabam falecendo no pós-operatório.

O melado de cana é um produto obtido a partir do caldo da cana de açúcar cozido e evaporado. Como é menos processado que o açúcar refinado, concentra mais minerais e vitaminas, além de ter um sabor pronunciado e intenso.

Quem nunca leu os ingredientes de um produto e viu ali “aromatizantes naturais” e se sentiu mais aliviado? Algumas dessas pessoas podem até ter se questionado depois se esse ingrediente é natural mesmo. E o UOL VivaBem resolveu conversar com especialistas para entender isso melhor.

Os transtornos alimentares são caracterizadas por um comportamento alimentar persistentemente perturbado, que leva a alterações no consumo alimentar e problemas de saúde físicos e mentais. A anorexia nervosa, por exemplo, é uma doença associada à restrição alimentar e com alta mortalidade.

Bebidas alcoólicas normalmente são consideradas inimigas da saúde. No entanto, é comum ver gente destacando os benefícios do vinho e até mesmo da cerveja. E realmente, segundo vários estudos já publicados na literatura científica, o álcool pode trazer alguns benefícios, desde que consumido com moderação.

Não é de hoje que sabemos que a dieta cetogênica pode trazer diversos benefícios à saúde. Esse tipo de cardápio é constituído com com poucas calorias, em média 600 por dia, e rica em proteína e gorduras boas.

Você já comeu abobrinha crua? Eu confesso que quando me ofereceram a primeira vez achei a proposta bem estranha, mas experimentei, porque antes de falar se gosto ou não, eu provo! Ainda bem que provei, pois o sabor é incrível, ela fica suave e crocante, refrescante e sacia muito. Hoje vou te ensinar como fazer um sanduíche utilizando-a como protagonista, mas você pode incrementar este sanduíche com um frango desfiado, uma carne de panela, um patê de tofu ou ricota, enfim as possibilidades são infinitas!

A intolerância ao glúten é uma reação não tóxica do organismo classificada como não-imunomediada (quando não possui ligação com o sistema imunológico). Esse problema se dá quando há ausência de uma enzima necessária para digestão de um alimento, estresse recorrente e/ou predisposição genética. Então, o fato de a pessoa parar de comer glúten não causa o surgimento da intolerância.

O consumo de legumes, raízes e tubérculos aumentará 1,9% em ritmo anual no mundo até 2028, segundo um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura)
e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) publicado nesta segunda-feira, que também prevê que o consumo mundial de carne continuará crescendo.

Estamos acostumados a nos preocupar com o colesterol alto, principalmente a fração LDL, que está muito mais associada ao entupimento das artérias. No entanto, um novo estudo publicado no periódico Neurology mostrou que pessoas com essa medida muito baixa (menor do que 70 mg/dL também tem um risco significativamente mais alto de desenvolver uma hemorragia intracerebral, um tipo de AVC.

O frio chegou com toda força aqui no Sul e em outras regiões do país, e com ele vem a vontade de creme, sopas e comidas mais quentes e calóricas para se aquecer e agradar o organismo, né?

Os romances da escritora Jane Austen (1775-1817) podem ser considerados uma janela para a alta sociedade inglesa do início do século 19. O que poucos leitores sabem é que, além de fazer um retrato crítico de sua época, a autora inglesa também estava preocupada com algo mais simples.