As coincidências do início de Jorge Jesus no Flamengo com as do começo de 2020 são enormes, como Eric Faria já lembrou, em matéria da Rede Globo. A estreia em 2019 foi contra o Athletico Paranaense e o primeiro jogo internacional no Equador. Assim como o reinício, a sério, foi na Supercopa, contra o Athletico, à parte o time titular ter sido escalado contra o Madureira (lembra o jogo treino e o tá mal Arão?). Depois, também contra o Resende e o Fluminense.

Antes, na visita à LDU, em Quito, Diego Alves machucou-se e deu lugar a César, aos 37 minutos do segundo tempo. Diego Alves ficou fora das três primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro por causa daquela lesão, mas voltaria em tempo de disputar as oitavas-de-final da Libertadores, já com Jorge Jesus, na partida da lesão de Diego.

O time equatoriano jogou melhor do que o Flamengo, Jorge Jesus escalou estranhamente Diego em vez de Pedro, como substituto de Gabriel. Outro personagem do empate em Quito foi o árbitro Leodan González. Tanto o gol anulado de Bruno Henrique, quanto o pênalti marcado de Rafinha sobre Murillo merecem revisão da Conmebol.

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