A MIBR, nome referente a Made In Brazil, é um dos times mais importantes do cenário de eports nacional em Counter-Strike: Global Offensive. Sendo uma das primeiras a pavimentar o caminho internacional de jogadores brasileiros, muitas curiosidades permeiam o nome da equipe, que recentemente voltou aos holofotes com a entrada de Fallen, Fer, coldzera, Boltz e Stewie2K – antiga line up da SK Gaming.

Desde a origem do nome, com sua concepção em 2003, até o retorno em 2018, a MiBR sem dúvida possui muitos detalhes de sua história que merecem ser destacados. Confira abaixo a lista com cinco curiosidades sobre a tag de maior sucesso do Counter-Strike brasileiro.

A origem da MIBR se deu pelas mãos do empresário Paulo “pvell” Velloso, que promoveu o primeiro investimento na line up da extinta ARENA, nos idos de 2003. Paulo investiu no time de seu filho Rafael “pred” Velloso para a disputa do CPL Dallas, e rapidamente a MIBR se tornou referência no país no cenário de Counter-Strike.

A MIBR teve mais de uma line-up de Counter-Strike simultaneamente – uma no Rio de Janeiro e a outra em São Paulo – e ambas acabaram se tornando rivais. A disputa entre as duas chegou ao ápice com o Desafio Shuttle. O torneio consistia em um duelo entre as line ups, de São Paulo e Rio de Janeiro, que disputariam entre si para saber quem representaria o time oficialmente. No fim, os paulistas saíram vitoriosos.

Quem pensa que a presença do norte-americano Jacky “Stewie2K” Yip é estranha em um time chamado Made in Brazil, está enganado. Desde suas origens, a presença de estrangeiros na line-up foi uma constante: o primeiro a vir foi o norueguês Jonas “bsl” Alsaker Vikan, já na criação da organização. Posteriormente, vieram ainda o sueco Johan “vesslan” Ryman e o também norueguês Ola “elemeNt” Moum, em 2005.

Em diversas ocasiões a MIBR demonstraria uma visão à frente do tempo, que os tornaria referência no país. O time teve uma equipe feminina em 2010, antes mesmo da explosão dos esport. Na época, a line up foi composta pelas jogadoras da extinta FleuR: Ana Carolina “cah” Ribeiro, Falissah “Cissa” Finger, Bruna “Lua” Brentini, Natalia “Natii” Ferraz e Claudia “Santininha” Santini, que representaram a tag mibr.GIRLS no torneio ESWC 2010.

Grande parte da importância da MIBR para o eSport nacional deriva da conquista de um título em especial: a Electronic Sports World Cup 2006. Considerada um major à época, a conquista foi apenas a primeira de uma série de títulos internacionais que se seguiram, como a CPL 2005, shgOpen 2007, DreamHack Winter 2007 e GameGune 2008, que colocaram a tag do MIBR na história.