“Eu não sei em que momento da nossa trajetória resolvemos tentar encaixar nossas crias em padrões. Nos esquecemos da beleza que existe na singularidade – e da oportunidade de crescimento que ela traz consigo – e insistimos em comparar nossos bebês com o bebê da amiga, o bebê da amiga com o da prima, e por aí vai…. precisamos aprender a respeitar o tempo e a singularidade de cada bebê. Pouco importa se o bebê andou com 10 ou 18 meses, se ele já corre ou ainda só engatinha, se ele já repete o alfabeto ou ainda nem balbucia palavras. O que importa, de verdade, é o quão respeitosa é a escuta que doamos aos nossos filhos. Daqui a algum tempo toda essa competição terá perdido total o sentido (que na verdade nunca teve) e o que ficará é uma criança segura de si, quando respeitada. Escolha sempre pelo caminho do acolhimento. Sempre”, escreveu na legenda. 

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