O projeto “Museologia com pipoca: pesquisa, bate-papo e cinema” irá promover o evento “Museu, Cinema e Educação” na próxima quinta (06), a partir das 19 horas. A atividade acontece no Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás, e irá exibir três curta-metragens. Entre eles, “Choro em Rosas” de Aline Estrozi (vencedora do Festival Unosales). A entrada e a pipoca são francas e a participação garante certificado.

O evento é realizado em parceira com o Cineclube Imigração, que irá promover um debate entre cineclubistas. Estão confirmadas as presenças de Francisco Lillo; Adelino Carvalho, coordenador do projeto Cinema no Museu; Edson Barbosa, do Festival Intercolegial de Vídeo Ambiental e Cidadania – FIVAC; além da própria equipe do “Museu com Pipoca” que irá trazer as experiências de produção do grupo.

O “Museologia com Pipoca” é um projeto de extensão do Curso de Museologia da UFG e tem o objetivo de promover um debate obre as abordagens possíveis da memória do Audiovisual. A iniciativa conta com o apoio de cineclubistas da capital e promoveu quatro atividades abertas ao público ao longo do semestre. A atividade do dia 6 de dezembro será a última do ano.

A coordenadora do projeto, Profª Luciana Christina Cruz e Souza, afirmou que a iniciativa veio da necessidade de ligar as duas áreas em uma só disciplina. “Nosso curso não havia experienciado ainda uma disciplina que relacionasse Museologia e Cinema. Isso acabou me motivando a criar um método novo, experimental: uma disciplina horizontalizada. Nessa experiência, acordei com os alunos que eles seriam os protagonistas do processo: decidiriam os filmes, os temas e as avaliações”.

Victória falou ainda sobre a importância do projeto para a formação dos estudantes. “As atividades elaboradas de maneira colaborativa nos permitiram uma experiência de liderança horizontalizada, colocando em prática algumas das nossas ferramentas mais democráticas como futuros trabalhadores da cultura”, ressaltou.

A professora Luciana adiantou que sucesso do projeto levará a equipe a repetí-lo no próximo semestre. “Vamos repetir com foco no cinema latino-americano. Queremos pegar filmes mexicanos, cubanos, argentinos, chilenos e, claro, do Brasil”, concluiu.