Como dizia o sábio Albert, o tempo é mesmo relativo. Incrível o fato de quanto mais velho a gente fica, mais rápido parecem passar os dias, os meses, os anos. É insano perceber que pessoas que nasceram no ano 2000 já estão entrando na maioridade. E o ano 2000 foi “ontem”! E quando falamos em músicas dançantes da era discoteca, sucessos nos longínquos anos 70, parece mesmo que isso faz um bom tempo. Ou então a boa safra da new wave e do rock nacional, cujo auge foi nos anos 80. Até as dançantes flash-house, hits incontestáveis dos anos 90, parecem já ter acontecido há algum tempo. Por que, então, suas sucessoras, techno e trance, além de todas suas derivações, dão a impressão que eram febre nas pistas de dança há tão pouco tempo?

A resposta para essa pergunta é: porque esse estilo ainda sobrevive nas músicas dançantes atuais. Mas não com a mesma qualidade! Foi no final dos anos 90 e início dos anos 2000 que a batida eletrônica teve sua melhor safra, e ouvindo hoje esse tipo de música, não parece que tanto tempo tenha passado desde seu auge. Apesar de muito dançantes, as músicas tinham conteúdo, arranjos elaborados e melodias que mais pareciam saídas de um concerto de música clássica. Gigi D´Agostino, um dos nomes mais marcantes daqueles tempos, declarou que suas principais influências vinham do rock, principalmente Pink Floyd.

Relembre algumas músicas que tocavam nas pistas entre o final dos anos 90 e início de século 21. Tenho certeza que você em algum momento vai exclamar: “Ah, não acredito que já faz tanto tempo assim!” Já dá até pra fazer uma festa flashback tocando essas!

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