Plano B do Machline: música e bate-papo no Manouche

O Blog da Turma da Coluna defende a diversidade, mas não esconde sua preferência pela democracia, pelo Rio, pelo samba, pelo Flamengo, pelas árvores, pelos bichos, pelo feijão com arroz e pela miscigenação – não necessariamente nesta ordem

Ancelmo Gois, 70 anos, é, modéstia à parte, sergipano de Frei Paulo, casado com Tina, pai de Antonio e Bia, avô de Carol, Francisco e Rosa. Gosta de carne de sol, carnaval, cuscuz de milho, livros biográficos e suco de umbu

Editora do blog, Ana Cláudia Guimarães, jornalista, trabalha com Ancelmo Gois desde que ele chegou ao jornal. Ganhou o Prêmio Tim Lopes com a reportagem Mulheres no Tráfico, ao lado do jornalista Eduardo Auler. Repórter em tempo integral

Jornalista, é formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Passou pelas redações do Lance!, Fox Sports e está, desde 2013, na Infoglobo. Assinou a Coluna do Servidor Público, no Jornal Extra, entre 2016 e 2019.

Com a edição deste ano do Prêmio da Música Brasileira cancelada, por causa da escuridão cultural no país, o querido Zé Maurício Machline arregaça as mangas e leva seu projeto “Por acaso”, que mistura música e bate-papo, para o Manouche, no Jockey Clube. Os encontros lá serão mensais. O primeiro, na próxima quarta, terá Zélia Duncan e Moska como convidados.

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