Os criminosos exibem crachás de identificação falsos e forneciam recibos falsos às vítimas, que foram informadas de que podiam trocar o dinheiro (supostamente contaminado) por dinheiro "limpo" em qualquer instituição bancária.

"Atualmente não há provas de que o vírus COVID-19 seja transmitido através do uso de notas e moedas", dizia ainda o mesmo comunicado. Os falsos agentes aproveitaram o nervosismo dos sul-africanos, quando muitos se encontravam em casa e corriam para os supermercados para armazenar mantimentos.

Até ao momento, a África do Sul registou 62 casos, o segundo maior número de infecções por coronavírus em África, depois do Egito. Oficialmente conhecido como COVID-19, o vírus infectou quase 180.000 pessoas em todo o mundo e matou mais de 7.000.

O Presidente Cyril Ramaphosa anunciou o encerramento das escolas e proibiu as reuniões públicas depois do número de casos mais que triplicar no fim-de-semana. A entrada de estrangeiros de países altamente afetados também será negada a partir de quarta-feira, 18 de Março, pois a maioria dos casos na África do Sul são de pessoas que tinham regressado recentemente do exterior.

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