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Um cachorro diagnosticado com o novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi sacrificado na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, informou a Universidade Clemson na semana passada. O animal, com idade estimada entre 8 e 9 anos, não apresentava sintomas da Covid-19, mas os veterinários decidiram pela eutanásia do cão por ele apresentar doenças crônicas pré-existentes.

De acordo com o médico veterinário Boyd Parr, diretor do departamento de Saúde Pecuária e Aves na Universidade Clemson, um outro profissional decidiu testar o cachorro — um cão pastor — após o dono ser diagnosticado com o novo coronavírus.

Até o momento, não há provas de que haja transmissão de animais domésticos para humanos ou que cães ou gatos possam desenvolver quadros da doença Covid-19. Porém, os veterinários que investigam o caso pedem cuidado entre os donos de bichos (veja perguntas e respostas no fim da reportagem).

“Com base no conhecimento atual, continua não havendo provas de que animais domésticos tenham papel significativo em espalhar o Sars-CoV-2 para pessoas”, afirmou Parr, segundo nota publicada pela universidade.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que, até o momento, não há evidência significativa de que animais de estimação possam ficar doentes ou transmitir a Covid-19. Saiba mais no VÍDEO acima.

Estudos continuam sendo feitos para entender como o organismo de diferentes animais podem reagir ao coronavírus. A organização monitora essas pesquisas. Leia adiante outras dúvidas sobre o assunto.

A orientação da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) é que pessoas que contraíram a Covid-19 evitem o contato próximo com seus animais de estimação, já que há informações ainda desconhecidas sobre o novo coronavírus.

Mesmo para humanos saudáveis, as autoridades de saúde recomendam medidas básicas de higiene ao manusear e cuidar de animais — em todas as situações, não só durante a pandemia de coronavírus.

Isso inclui lavar as mãos antes e depois de tocar nos animais, alimentos, suas fezes ou urina. Além disso, o tutor deve evitar beijar, lamber ou compartilhar alimentos com seus pets.

A orientação de veterinários é que, para passeios com animais de estimação, locais com aglomerações, como parques lotados, por exemplo, sejam evitados. O ideal é que o contato entre tutores seja o menor possível para evitar a transmissão do vírus entre humanos.

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