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A Caixa Econômica começa a pagar amanhã, 18, para os beneficiários do Bolsa Família, a quinta e última parcela do auxílio emergencial do governo. O valor é de R$600 ou R$1.200 para mães chefes de família.

Como acontece normalmente os pagamentos para os beneficiários do Bolsa Família, as parcelas do auxílio seguem o dígito final do NIS (Número de Identificação Social) e são pagas sempre nos últimos dez dias úteis do mês.

Sendo assim, nesta terça-feira (18) recebem os beneficiários com o NIS final 1, na quarta com final 2 e assim sucessivamente. Os pagamentos vão até o dia 31 e se o auxílio emergencial não for estendido novamente, serão os últimos pagamentos.

Até o momento, não existe nada concreto com relação ao assunto. O auxílio tinha previsão inicial de apenas três meses e já foi prorrogado uma vez.

Os demais trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, recebem de acordo com o cronograma elaborado pelo Ministério da Cidadania que separou os beneficiários por ciclo de pagamentos de acordo com a data do recebimento da primeira parcela e do mês de nascimento.

Quem se cadastrou para receber o auxílio através do aplicativo e site, começam a receber a quinta parcela no dia 28 deste mês e terminam em 15 de dezembro.

O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) comunicou na manhã de ontem, 12 de agosto, aprovou um empréstimo de US$1 bilhão para o governo do Brasil custear o auxílio emergencial, o programa de manutenção de empregos e o Bolsa Família.

Segundo o BID, US$400 milhões devem ser empregados no auxílio emergencial, é estimado que isso seja suficiente para cobrir o pagamento de 1 milhão de pessoas por trimestre. Já o Bolsa Família deve ficar com US$200 milhões para atender 475 mil famílias todos os anos.

“O intuito é unir forças para que o Brasil responda à COVID-19 de forma eficaz, mitigando os efeitos negativos da pandemia”, explicou o BID em nota.

O restante do empréstimo irá para o programa que autorizou a redução de salários e a suspensão dos contratos de trabalho com o objetivo de evitar demissões em massa, durante a pandemia do coronavírus. O banco projeta que 1 milhão de trabalhadores serão beneficiados.

“Segundo estudos, cerca de 40% dos empregos no Brasil (37 milhões de pessoas) estão concentrados em setores produtivos vulneráveis à pandemia. Garantir a renda para pessoas pobres e vulneráveis em meio à crise do COVID-19 é um dos caminhos para ajudar as famílias a manter níveis mínimos de bem-estar”.

Este empréstimo possui um prazo de amortização de 25 anos, com um período de carência de cinco anos e meio. A taxa de juros do empréstimo é baseada na London Interbank Offered Rate (Libor), uma taxa que muda todos os dias e é amplamente utilizada em empréstimos entre bancos internacionais.

O auxilio emergencial do governo pode ter seu período de pagamento ampliado até março do ano que vem. O que se sabe até o momento é que o valor de R$600 cairá para um valor entre R$200 e R$300.

Os pagamentos do auxílio emergencial estão garantidos até este mês, e o governo esta avaliando possíveis danos a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, no caso da ajuda acabar e a população não encontrar uma alternativa.

Como não existe uma clareza a respeito de até quando a pandemia vai perdurar, os debates para decidir os detalhes da extensão do auxílio já estão acontecendo.

Para substituição desse pagamento temporário, o governo estuda a criação do Renda Brasil. O novo programa vai substituir o Bolsa Família e outros salários de assistência social. No entanto, não vai incluir todos os inscritos no auxílio emergencial.

Paulo Henrique Oliveira, formado em Jornalismo pela Universidade Mogi das Cruzes e em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante de São Paulo, atua como do redator do portal FDR produzindo matérias sobre economia em geral e também como repórter do site Aparato do Entretenimento cobrindo o mundo da TV e das artes.

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