Em mais um episódio da série que celebra os 70 anos da TV brasileira, o Conversa com Bial recebe, pela primeira vez, a atriz Giovanna Antonelli. Aos 44 anos, ela já deu vida à mocinhas, vilãs, personagens sedutoras, megeras, bandidas, guerreiras e até Virgem Maria e garota de programa. Com muito bom humor, ela conversou com Bial sobre sua trajetória e também sobre o lado empreendedor e materno.

Filha de pai cantor e mãe bailarina, Giovanna Antonelli cresceu imersa em arte e cultura. Aos 13 anos, começou na televisão como “angelicat” na TV Manchete, assistente de palco da apresentadora Angélica. Ser atriz sempre foi a vocação da artista, que dormia em cadeiras de teatro nas turnês de seu pai.

A estreia como atriz veio em 1994, em “Tropicaliente”, novela das 18h, escrita por Walther Negrão. A visibilidade em “Tropicaliente” chamou a atenção da Manchete, que a recontratou pra atuar na novela “Tocaia Grande”. Aos 18 anos, viveu a protagonista Ressu.

Até alcançar a marca de 29 trabalhos na televisão, Giovanna contracenou com grandes referências da dramaturgia. A Bial, revela a emoção que sentiu ao dividir cena com Lima Duarte, Walderez de Barros e Leonardo Villar.

A atriz que também fez sucesso como Jade, em “O Clone”, que ditou moda nas ruas brasileiras com seus véus, joias e maquiagens. Ao assistir cenas da novela, relembra tamanha dedicação para aprender as danças tradicionais da cultura de Marrocos.

Já em “Da cor do pecado”, Antonelli falou sobre a construção da personagem Bárbara e o encontro que teve com Cristiane Andrade, ex-catadora descoberta pela atriz na famosa cena do lixão, em 2004. Após o encontro, ela seguiu a carreira de modelo e se mudou para São Paulo.

Comentários