Em nota, a gestão do governo Doria informou, por meio da Secretaria da Infraestrutura, que o orçamento de 2019 foi elaborado pela gestão anterior, e que o valor orçado "não significa que está disponível para investimento, uma vez que não prevê frustração de receitas e subestima despesas de custeio."

A gestão Doria ainda alega que "foi necessário revisar projetos e desapropriações sob responsabilidade dos municípios. O orçamento elaborado pela atual gestão prevê o investimento de R$439,9 milhões em 2020".

Na avaliação do governo, o orçamento citado pela reportagem "não prevê obras de saneamento executadas pela SABESP que investiu mais de R$3 bilhões em saneamento básico no ano passado e deverá investir mais R$ 3,6 bilhões neste ano."

Também questionado pela reportagem, o ex-governador Marcio França (PSB) disse que nos oito meses da gestão, 'mesmo com restrições legais do ano eleitoral e orçamento fechado pelo antecessor, foi possível fazer o maior investimento em números absolutos do período. Vale lembrar que tais obras são de competência municipal".

A chuva forte que atingiu São Paulo a partir do fim da tarde deste domingo (9) provocou destruição e caos. A tempestade fez rios transbordarem, causou dezenas de alagamentos, deslizamentos e travou a cidade. Durante a noite a água não baixou, e vários pontos da cidade permaneciam submersos, incluindo trechos das marginais Pinheiros e Tietê.

A Ponte das Bandeiras, na Marginal Tietê, por exemplo, chegou a ficar cerca de 17 horas alagada. Bairros seguem alagados na Zona Norte, como a Vila Guilherme, e a Vila Leopoldina, na Zona Oeste da cidade.

A circulação dos transportes públicos (ônibus, metrô e trens) ficou comprometida, e a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos, medida que vai continuar a valer durante toda a terça-feira (11).

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