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O calendário do futebol europeu abrirá espaço a partir desta quinta-feira para a segunda edição da Uefa Nations League. Tendo os duelos entre Alemanha e Espanha e também Ucrânia e Suíça, a competição tem a missão de se tornar atrativa aos olhos das seleções e dos torcedores, mas também promete render bons momentos entre europeus na Liga A (que abriga 16 seleções, assim como a Liga B, C e D, enquanto a Liga D tem sete seleções participantes).

– A primeira edição foi encarada com muita seriedade, tanto que todas as seleções na Europa ganharam muito prestígio. Em virtude da Uefa Nations League, a tendência é que as seleções cada vez menos realizem partidas amistosas, fator que aumenta a seriedade entre os atletas. Além disto, aumenta o interesse e a qualidade das partidas – afirmou, ao LANCE!, Rui Pedro Brás, analista esportivo da TVI.

– Trata-se de uma competição nova. Terá de fazer seu trajeto, uma vez que não é tão respeitada como uma Eurocopa, uma Copa das Confederações, uma Copa do Mundo. Acredito que, com o passar do tempo, haverá mais jogos com seriedade. As seleções perceberão que é mais relevante que os atletas disputem partidas de alto nível. Acredito que o modelo, inclusive, possa ser, futuramente, adotado por outras confederações – disse.

Uma das seleções que entrarão em campo nesta quinta-feira, a Alemanha dá seus primeiros passos na competição com mudanças sensíveis. O goleiro Neuer, o defensor Kimmich e o meia Goretzka foram alguns dos jogadores do Bayern de Munique “poupados”.

– Foi uma decisão muito simples. O Bayern de Munique tinha cinco jogadores disputando a Liga dos Campeões. Joachim Löw preferiu convocar mais jovens – afirmou Kai Schiller, do jornal “Hamburger Abendblatt”.

Leroy Sané (chamado por não ter muito espaço no clube bávaro) e Timo Werner são as esperanças da equipe para o duelo com os espanhóis. Porém, os alemães têm em sua lista nomes como o goleiro Oliver Baumann e Gosens, lateral da Atalanta que obteve sua primeira convocação.

– Alemanha e Espanha sempre é um grande jogo, mas ninguém vai calcular a dimensão de um tropeço na Uefa Nations League. Não há importância tão grande como uma Copa do Mundo, uma Eurocopa – e afirmou:

Outra seleção tradicional no Grupo 4, a Espanha conta com medalhões como o goleiro De Gea, o defensor Jesús Navas e o meia Busquets. Entretanto, o torcedor pode se acostumar a ver caras novas no duelo de logo mais.

– A grande notícia foi o fato de a grande notícia foram os sete nomes que nunca tinham recebido chance antes. Ansu Fati, Mikel Merino, Traoré, Simón, Ferran Torres, Eric García, Óscar Rodríguez… São atletas não muito lembrados do grande circuito, que indicam que o Luis Enrique está voltando suas atenções para uma preparação para a Eurocopa e a Copa do Mundo do Qatar – disse Fernando Kallás, editor do AS, ressaltando outra surpresa:

– O objetivo é aumentar o interesse do público em geral nas partidas entre seleções. Na primeira edição, a competição despertou algum interesse, mas ainda não se compara à Liga dos Campeões, à Eurocopa ou ao Mundial – e destacou:

A mescla entre juventude e vivência ronda também os favoritos do Grupo 1. O técnico Roberto Mancini selecionou previamente 37 nomes e uma lista bastante diversificada.

Em compensação, da Juventus vêm pela primeira vez Bastoni e Luca Pellegrini (cada um com 21 anos). Além disto, Manuel Locatelli, de 22 anos, ganha uma chance com Mancini.

O Grupo 2 abre espaço para uma Inglaterra que também opta por espaço para jovens mostrarem valor. Alexander-Arnold e Sterling estão entre a lista de jogadores que disputarão as primeiras partidas da competição. No entanto, sobram caras novas.

Mason Greenwood e Kevin Phillips recebem suas primeiras oportunidades pelo English Team. Harry Maguire e Danny Hings também estão de volta à seleção. Radnedge destacou.

– Para a Inglaterra, assim como boa parte das seleções de alto nível, a Liga das Nações é um modo de se preparar para competições mais importantes, como a Eurocopa e o Mundial – disse.

No mesmo grupo dos ingleses está a Bélgica, que conta com Hazard, Lukaku e De Bruyne. A primeira rodada trará um embate dos ingleses com a Islândia. Enquanto isto, os belgas duelam com a Dinamarca, em jogos neste sábado, às 13h (de Brasília).

– Com o título da Uefa Nations League, Portugal teve a oportunidade de mostrar que a conquista na Eurocopa não aconteceu por acaso. Foi um duelo suado, no qual teve de passar pela Itália na primeira fase e nas semifinais enfrentar a Suíça. Além disto, superou a Holanda na decisão. Foram confrontos de alto nível que elevaram a estima portuguesa após a frustração no Mundial – declarou.

– Portugal parte com a mesma ambição de sempre. Cristiano Ronaldo, por estar em seu primeiro ano na Itália, ficou fora da fase inicial da edição anterior. Mas desta vez, ele seguirá com a seleção de Portugal, que vem com grandes nomes como João Félix, Bernardo Silva, Bruno Fernandes, Semeda. Jogadores determinantes para honrar o posto de detentor do título – frisou.

Ao lado de Portugal, está a atual campeã mundial França. Em meio a astros como Mbappé, Griezmann, Giroud e Varane, a equipe de Didier Deschamps conta com novidades. O meia Houssem Aouar, do Lyon, do volante Eduardo Camavinga, do Rennes, e do zagueiro Dayot Upamecano, do RB Leipzig, defenderão a seleção principal pela primeira vez.

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