O ranking de fevereiro do AnTuTu Benchmark, que testa a potência de smartphones, mostra que o ROG Phone 2 (Asus) continua sendo o smartphone Android mais rápido do mundo entre os celulares de ponta. Já o Redmi Note 8 Pro (Xiaomi) segue na liderança entre os smartphones intermediários. O ranking serve de parâmetro para o mercado por revelar a capacidade computacional dos dispositivos mais procurados. A empresa divulga levantamentos mensais com os telefones mais poderosos.

O AnTuTu Benchmark registrou smartphones recém-chegados com o novo processador Snapdragon 865, como é o caso das versões norte-americanas do Galaxy S20 Ultra. Os lançamentos da Samsung registram pontuação expressiva, mas a plataforma não os incluiu no ranking de fevereiro porque a base de usuários ainda é pequena para calcular a média de performance.

Dessa maneira, ROG Phone 2 manteve a primeira colocação entre os celulares Android pelo sexto mês consecutivo, com pontuação de 507.284 pontos. O celular gamer da Asus – que está à venda no Brasil – usa o Snapdragon 855 Plus da Qualcomm, tem 128 GB de espaço e vem com 12 GB de memória RAM.

Na sexta posição, o Galaxy Note 10 Plus da Samsung é o segundo celular vendido no Brasil a aparecer no ranking. As especificações incluem processador Exynos 9825, 12 GB de RAM e 256 GB de espaço para dados, o celular sul-coreano chegou a 453.939 pontos.

No ranking entre celulares com perfil intermediário a liderança continua com o Redmi Note 8 Pro. O celular da Xiaomi – muito procurado entre os brasileiros – fez 291.733 pontos. O telefone usa processador Helio G90T da MediaTek, 6 GB de memória RAM e 128 GB de espaço para dados.

Na vice-liderança, o Galaxy A71, que chegou recentemente ao Brasil, somou 265.537 pontos. O modelo da Samsung usa processador Snapdragon 730 da Qualcomm, oferece 8 GB de memória RAM, garante 128 GB de espaço para dados e rivaliza com o ganhador Redmi Note 8 Pro. A listagem ainda mostra o Galaxy A70 e A51 em nono e décimos lugares, respectivamente.

O ranking do AnTuTu agrega os resultados de testes realizados espontaneamente por usuários ao redor do mundo, aferindo médias de pontuação para cada modelo. Como os testes medem performance computacional bruta dos celulares, é possível que os resultados não sejam diretamente comparáveis à experiência de uso de cada usuário.

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