O ex-astro do Barcelona e da seleção brasileira Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto Assis foram detidos pela polícia do Paraguai na noite deesta quarta-feira sob acusação de ter entrado no país usando supostos passaportes falsos. A informação foi divulgada pelo ‘La Nación’ e confirmada pelo GLOBO com a polícia paraguaia.

Caso Ronaldinho: Fue allanada la suite donde está hospedado Ronaldinho. Se encontraron, documentos varios, C.I. y pasaportes paraguayos con los nombres de Ronaldinho y su hermano. Investigación en curso. pic.twitter.com/jGO4ZoHNWn— Fiscalía Paraguay (@MinPublicoPy) March 5, 2020

Caso Ronaldinho: Fue allanada la suite donde está hospedado Ronaldinho. Se encontraron, documentos varios, C.I. y pasaportes paraguayos con los nombres de Ronaldinho y su hermano. Investigación en curso. pic.twitter.com/jGO4ZoHNWn

Euclides Acevedo, ministro do Interior do Paraguai, informou que investigadores entraram na suíte presidencial do Hotel Yacht y Golf Club, onde Ronaldinho estava hospedado, e encontraram dois passaportes adulterados. Um estava em nome do ex-jogador e o outro no do irmão.

— Vamos fazer cumprir a lei. Temos a informação de que ele tem documentação adulterada — disse o ministro em entrevista à Rádio Ñandutí, do Paraguai. Segundo a imprensa local, o jogador não foi detido no aeroporto para não criar alarde.

De acordo com o documento obitdo pela reportagem, Wilmondes Sousa Lira, que teria fornecido os passaportes falsos para Ronaldinho e Assis, está detido. Ronaldinho e o irmão estão sob custódia no hotel e irão depôr nesta quinta-feira, às 8h.

Ronaldinho chegou ao Paraguai nesta quarta-feira para o lançamento do seu livro “Gênio da vida” e participaria do lançamento de um programa social destinado a crianças organizado pela Fundação Fraternidade Angelical.

Em 2018, os passaportes de Ronaldinho foram apreendidos até que fossem pagos multa e indenização fixadas em um processo por dano ambiental. Ele foi condenado por construir ilegalmente um pier, com plataforma de pesca e atracadouro, na orla do Lago Guaíba, em Porto Alegre. A estrutura foi montada sem licenciamento ambiental em Área de Preservação Permanente. A multa foi superior a R$ 8,5 milhões.

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