Em entrevista ao Estadão, Major Olímpio, líder do PSL no Senado, reafirmou que não deixará o partido. Do contrário, “iria dar moleza para quem está errado”, em referência a Flávio Bolsonaro, que pressionou os colegas a retirar apoio da CPI da Lava Toga.

“Se tiver que sair, que saia ele, Flávio Bolsonaro”, afirmou.

Indagado se a posição pode lhe trazer desgaste com Jair Bolsonaro, respondeu:

“O presidente não vai confundir as coisas. Eu não confundo as coisas, continuo sendo apoiador do presidente Jair Bolsonaro […] Comigo não tem essa conversa, não. Ah, é filho do presidente. Que se dane! É filiado que nem eu, vai ouvir as verdades que tem que ouvir”.

“Isso aqui não é dinastia, é partido”, completou.

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