O Hospital PUC-Campinas (SP) completou nesta sexta-feira (20) 200 testados na fase 3 da vacina contra a Covid-19 produzida pela farmacêutica Johnson & Johnson’s. Diretor do Centro de Pesquisa do hospital, Danilo Villagelin disse ao G1 que voluntários estão bem e que reações foram mínimas e pontuais, como dor no corpo, mal-estar e febre eventual.

A vacina desenvolvida pela empresa do grupo Janssen Pharmaceuticals, a Ad26.COV2.S, é de dose única, e os testes estão sendo realizados não só com profissionais de saúde, mas também com estudantes e moradores de Campinas e região de outras profissões. Leia mais.

Desde o início da pandemia, já foram contabilizados 96.694 registros positivos da doença nos 31 municípios da área de cobertura do G1 Campinas. Além disso, ocorreram 2.879 mortes em 30 cidades – a exceção é Monte Alegre do Sul (SP).

Nesta sexta-feira, a Prefeitura de Campinas confirmou mais três mortes por coronavírus e chegou a 1.354. Segundo a administração, o número de pessoas infectadas também teve aumento de 177 casos em comparação com o último balanço, totalizando 41.158 registros da Covid-19 no município.

Campinas registra na tarde desta sexta-feira (20) ocupação de 57,7% dos leitos exclusivos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19. A variação positiva, em relação ao boletim do dia anterior, ocorre pela suspensão de uso de leitos do Hospital Metropolitano pela administração.

De acordo com a prefeitura, 97 das 168 estruturas disponíveis nas unidades públicas e particulares da metrópole estão preenchidas, enquanto 71 estão livres.

Um dia após o anúncio do Governo do Estado de São Paulo sobre suspensão de novos agendamentos de procedimentos cirúrgicos, o prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, afirmou nesta sexta-feira (20) que “não teremos suspensão de cirurgias eletivas” na cidade.

Junto ao secretário de Saúde do município, ele detalhou situação “confortável” de ocupação de leitos e a queda em número de internações, casos e mortes por coronavírus.

Já em relação aos leitos de gestão estadual, como os do Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp e do Ambulatório Médico de Especialidades (AME), a decisão caberá ao governo estadual, esclareceu o chefe do Executivo.

Jonas Donizette também esclareceu que “não existe perspectiva de fechamento do comércio”. “Quero veementemente descartar qualquer atitude do poder público municipal nesse sentido. Não existe e nem está sendo pensado em alguma coisa desse tipo.”, completou.

Secretário da Saúde de Campinas, Cármino de Souza, e o prefeito, Jonas Donizette, em coletiva online, nesta sexta-feira (20). — Foto: Reprodução/Facebook

Os preços dos pedágios das rodovias que passam pela região de Campinas (SP) terão um reajuste de até R$ 0,30, em média 2%, de acordo com a variação do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA). As mudanças foram divulgadas nesta sexta-feira (20), no Diário Oficial do Estado.

O aumento, que acontece habitualmente no dia 1º de julho, foi adiado por conta da crise causada pela pandemia do novo coronavírus e passa a valer a partir do dia 1º de dezembro.

Campinas anunciou nesta sexta-feira (20) que todos os 12 centros de saúde (CSs) da região Norte da cidade funcionarão neste sábado (21), das 8h às 17h, como forma de intensificar a campanha de vacinação contra a poliomielite e também a multivacinação.

Segundo a administração municipal, 31.479 crianças entre 1 ano e menores de 5 anos foram vacinadas contra a pólio desde o dia 5 de outubro até a última quinta (19). O número representa uma cobertura de 53,5% das 58.803 pessoas dessa faixa etária, que fazem parte do público-alvo.

Com isso, para atingir a meta de 95%, a cidade precisará aplicar mais 24 mil doses, aproximadamente, até o dia 30 de novembro, data marcada para o fim da campanha.

Agbara significa potência, força e poder em iorubá, idioma de origem nigeriana. Em Campinas (SP), o termo também dá nome a um projeto que busca, por meio do repasse de verbas para empreendedoras negras e indígenas, ajudar que esses termos sejam cada vez mais próprios da vida dessas mulheres.

Em meio à crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, o “Projeto Agbara”, um fundo rotativo solidário criado por quatro mulheres da metrópole do interior de São Paulo, arrecada doações para transferência de renda tanto na cidade quanto em outros municípios da região, como Hortolândia, Sumaré, Americana e Paulínia.

A iniciativa é recente, foi lançada em setembro deste ano, mas soma 170 doadores cadastrados. Também já recebeu 60 inscrições e beneficiou cinco mulheres.

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