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A falta de torcida em decorrência dos portões fechados, determinação do Governo do Estado para evitar o avanço do novo coronavírus no Rio, não será o único ingrediente do Vasco x Fluminense, às 18h, no Maracanã. Uma marca histórica estará em jogo. O confronto registra atualmente a maior série invicta dos cruz-maltinos sobre os tricolores. São 10 partidas, escrita que pode servir de combustível para os dois lados.

O tricolores não sabem o que é vencer o rival desde abril de 2017, pela semifinal do Estadual. Depois disso, foram sete vitórias vascaínas e três empates. É a terceira vez que os cruz-maltinos impõem uma sequência de dez jogos sobre o clube das Laranjeiras. As outras duas foram entre 1991 e 1993 e entre 2012 e 2015. Se o Fluminense não levar a melhor neste domingo, a série atual se isolará como a sua maior sem triunfos.

A atual freguesia é reflexo do desequilíbrio no confronto entre os dois clubes nas últimas três décadas. Se até os anos 1980 havia um equilíbrio no número de vitórias para cada lado, a partir da década de 1990 os vascaínos passaram a levar a melhor nos clássicos com mais frequência.

O salto é gritante. Até 1989, foram 96 vitórias tricolores, 62 empates e 93 triunfos cruz-maltinos. De 1990 para cá, o time de São Januário venceu o clássico 55 vezes contra 22 do Fluminense (e mais 43 igualdades). Os números são do site Fluzao.info.

Mesmo na chamada Era Unimed — quando o Fluminense colecionou contratações de peso, conquistou dois brasileiros e foi vice-campeão da Libertadores e da Sul-americana, este desequilíbrio se manteve. Entre 1999 e 2014, foram 12 vitórias tricolores, 26 empates e 25 triunfos do Vasco.

Se há um momento propício para o Fluminense voltar a vencer é agora. A equipe de Odair Hellmann faz um começo de temporada melhor do que o rival e chega ao clássico com a condição de favorita. De olho na Copa do Brasil, pela qual o time joga na quinta, contra o Figueirense, o técnico pode poupar Nenê, seu principal jogador em 2020. Mas já blindado de crises. Na última sexta, o presidente Mário Bittencourt avisou que não o demitirá mesmo em caso de eliminação no torneio nacional.

Abel Braga, por sua vez, não desfruta da mesma sorte. O treinador chega ao clássico pressionado pelos maus resultados neste começo do ano, como a derrota para o Goiás, na última quinta, também pela Copa do Brasil. Em caso de novo tropeço, pode não resistir no cargo.

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